Crise no IBAMA
Após ter ficado cerca de um mês no cargo, José Carlos Mendes de Morais, chefe do Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Prevfogo), pediu exoneração.
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Imagem da queimada devastadora no Pantanal | Reprodução

Na última sexta-feira, 9, após ter ficado cerca de um mês no cargo, José Carlos Mendes de Morais, chefe do Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Prevfogo), pediu exoneração. O órgão responsável pela política de combate aos incêndios florestais, por sua vez, é subordinado ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA).

Embora a informação tenha sido dada pela assessoria de imprensa do órgão, ainda não há uma definição sobre substituto. José Carlos fora nomeado em 11 de setembro no Diário Oficial da União (DOU), por meio de uma portaria assinada pelo presidente do Ibama, Eduardo Fortunato Bim. É importante destaca que a demissão se dá no momento em que há um aumento das queimadas na Amazônia, no Pantanal e em outros biomas brasileiros. Servindo de lobista dos capitalistas interessados na devastação dos biomas brasileiros, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, não se preocupa em esconder sua tarefa, o que lhe tem rendido acusações de atuar em prol do desmonte dos órgãos ambientais, tais como Ibama e ICMBio, sendo, portanto criticado por ser completamente negligente quanto aos crimes ambientais.

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