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O imperialismo não conhece nenhum pudor para aplicar suas políticas de destruição das economias nacionalistas pelo globo. Em nome das explorações das riquezas naturais dos países atrasados, financiam a direita e partidos burgueses nesses lugares. Foi assim no golpe de Estado no Brasil e está sendo assim na Venezuela, com o objetivo de derrubar o governo nacionalista de Nicolás Maduro.

Diosdado Cabello, vice-presidente do Partido Socialista Unido da Venezuela PSUV), denuncia as oposições direitistas instaladas no seu País que clamam, por incrível que pareça, por bombardeios dos Estados Unidos. Essa denúncia recai sobre o deputado Julio Borges, do partido Primeiro Justiça, que lidera a coalizão de direita venezuelana conhecida por Mesa da Unidade Democrática (MUD).

Segundo Cabello: “Se eles já aplicaram sanções econômicas à Venezuela e bloqueio, se já existem sanções contra funcionários, o que resta? A invasão, e isso é o que está sendo pedido pelo Julio Borges, é o que pede [o ex-prefeito de Caracas] Antonio Ledezma, e é assim que todas essas pessoas que estão percorrendo o mundo estão pedindo mais sanções contra a Venezuela, que a União Europeia diz que continuará a tomar contra a Venezuela”, diz.

A esquerda não pode e nem deve se assombrar com declarações dessa natureza. A direita e o imperialismo se colocam com uma política nefasta às forçar produtivas nacionalistas, de uma maneira tão truculenta, até chegar nesse ponto de alguém pedir uma ação militar contra seu próprio País.

Isso já vem sendo preparado no último período. Há movimentações do exército colombiano na região fronteiriça, do norte-americano na Amazônia e do brasileiro em Roraima. Não se pode iludir ponderando que o que o exército brasileiro faz lá é ajuda humanitária para os venezuelanos, contudo, trata-se da eterna subserviência das Forças Armadas ao imperialismo norte americano.

A América Latina deve reagir e manter seus governos de esquerda no poder. Enquanto no Brasil a política é pela anulação do impeachment e para impedir a prisão de Lula, a luta na Venezuela é pela manutenção do governo de Maduro, contra os golpistas pró-imperialistas. Essa é a luta da classe operária nesse momento: contra o imperialismo note americano onde ele estiver.

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