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O julgamento do STF (Supremo Tribunal Federal) no dia 22 de março mostrou a enorme pressão que os ministros golpistas estão sofrendo para permitir que Lula seja preso de forma totalmente ilegal.

A divisão no STF em questões elementares, como a de que se Lula teria ou não direito de reivindicar um habeas corpus já sinaliza que a ofensiva da direita de tentar colocar Lula na cadeia não vai cessar.

As contradições internas dos golpistas em decidir ou não passar por cima da própria Constituição Federal de 1988, aceitando a prisão de Lula antes de do trânsito em julgado, levou o tribunal aceitar que até a decisão final sobre o habeas corpus, marcada para o dia 04 de abril, Lula não poderá ser preso.

No entanto, não se deve dar um centímetro de esperança de que a liberdade ameaçada de Lula virá das mãos e cabeças dos ministros golpistas do STF.

Esses ministros possuem todas as digitais no crime cometido no Brasil após o golpe de Estado impetrado no país com o impeachment de Dilma Rousseff.

Foram eles que permitiram e estão permitindo que o impeachment fraudulento e comprado retirasse um governo do poder, eleito pelo povo, que não cometeu nenhum crime, se recusando nesse momento a julgar o próprio ato criminoso do impeachment.

São eles que dão todo poder para que a operação golpista da “Lava jato” pudesse mandar e desmandar nas prisões envolvendo dirigentes políticos e empresários nacionais, com utilização de torturas psicológicas, a fim de destruir a indústria nacional e perseguir dirigentes políticos do PT.

Somente a mobilização de rua pode impedir a prisão de Lula. Não confiar nos golpistas e trambiqueiros do STF.

Nesse sentido, os movimentos sociais e populares que lutam contra o golpe e contra a ilegal prisão de Lula precisam manter as mobilizações e atos do dia 26 de março, quando será julgado os recursos impetrados pelos advogados de Lula no TRF4.

Esse tribunal golpista já anunciou que a partir desse julgamento poderão emitir uma ordem de prisão de Lula.

A situação política no país, aonde a direita avança sobre a esquerda não vai se definir por cima, na inexistente sensatez das autoridades que comandam as instituições do regime político, mas da luta que vais se travar nas ruas, que nesse momento já está levando para um enfrentamento físico com fascistas que procuram atacar a caravana de Lula na região do Rio Grande do Sul.

No dia 26 é necessário ir às ruas e cercar Lula com a militância, impedindo assim que os golpistas sequer imaginem ser possível chegar perto da maior representação popular do país, que é o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

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