Crise econômica
Relatório anual divulgado pela Cepal, aponta de maneira catastrófica baixa no crescimento econômico e aumento da desigualdade, miséria e desemprego
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Alicia Bárcena, Secretária Executiva da Cepal. | Foto: Reprodução

Foi divulgado pela Secretária-Executiva, Alicia Bárcena, em uma coletiva de imprensa virtual, nesta terça-feira (6) o relatório anual de 2020 da Cepal, Comissão Econômica para a América Latina e Caribe. Foi apresentado nessa nova edição, uma análise dos efeitos econômicos causados pela pandemia em cada país da região. Segundo o relatório a situação da América Latina e o Caribe são catastróficas.

“A pandemia da COVID-19 está tendo impactos históricos negativos na área econômica, produtiva e social, com sequelas e efeitos a médio prazo sobre o crescimento, aumento da desigualdade, da pobreza e do desemprego. Por isso, o processo de recuperação da atividade econômica (PIB) aos níveis pré-crise será mais lento do que o observado na crise do subprime (de 2007-2008)”, considerou Alicia Bárcena ao divulgar o documento.

De acordo com o relatório, a América Latina e o Caribe estão passando por sua pior crise econômica em um século, com uma contração estimada de seu produto interno bruto (PIB) regional de -9,1%. Com isso, ao final de 2020 o nível do PIB per capita seria igual ao de 2010, ou seja, haveria um retrocesso de 10 anos com um forte aumento da desigualdade e da pobreza.

Espera-se, também, o fechamento de 2,7 milhões de empresas formais em 2020, enquanto o desemprego atingiria 44 milhões de pessoas (com um aumento de 18 milhões de pessoas com relação ao nível de 2019, o maior aumento desde a crise financeira global).

Além disso, a pobreza alcançaria os mesmos níveis observados em 2005, ou seja, marcaria um retrocesso de 15 anos, atingindo 231 milhões de pessoas, enquanto a pobreza extrema chegaria aos níveis de 1990, o que implica um retrocesso de 30 anos, atingindo 96 milhões de pessoas.

 

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