Nova edição do JCO
Veja aqui alguns dos destaques da nova edição do Jornal Causa Operária e saiba como conseguir o seu.
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Não fique esperando o JCO aparecer de surpresa na imprensa burguesa, assine e receba na sua casa! | Foto: Arquivos DCO
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Não fique esperando o JCO aparecer de surpresa na imprensa burguesa, assine e receba na sua casa! | Foto: Arquivos DCO

Os cães da burguesia (e da pequena-burguesia) ladram, mas o Jornal Causa Operária segue firme. Enquanto a esquerda acadêmica e parlamentar inventa a cada dia um novo malabarismo para explicar sua política confusa, o Jornal Causa Operária apresenta um programa consistente e que resiste ao desenrolar dos fatos.

O mais tradicional jornal da esquerda nacional, fundado em junho de 1979, segue cumprindo seu papel de organização política em direção à revolução proletária. Para isso, uma nova edição a cada semana apresenta análises concretas sobre a realidade no Brasil e no mundo.

O verdadeiro fiasco da frente ampla no congresso, trouxe novamente à capa do nosso jornal impresso um aspecto fundamental da luta contra o governo Bolsonaro: a mobilização nas ruas. Para além do fiasco, a manobra parlamentar fracassada representou uma grande desmoralização dessa esquerda parlamentar. Nesse contexto, o PCO joga luz mais uma vez na luta concreta pelo Fora Bolsonaro.

Diante da polarização real da situação política, a direita tradicional procura dominar artificialmente o polo oposto à extrema direita bolsonarista. A tarefa da esquerda é esclarecer que essa direita tem muito em comum com Bolsonaro e inclusive tem apoiado as piores ações práticas desse governo ilegítimo. Um governo improvisado e herdeiro do golpe de estado executado por essa direita que hoje tenta se apresentar como democrática e científica.

A polarização real envolve indiscutivelmente a figura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Independentemente de qualquer caracterização a respeito de Lula, não se pode ignorar numa análise concreta da situação que se trata da figura de maior popularidade política no Brasil. A ampla campanha de perseguição ao PT sempre mirou em seu pilar fundamental, o ex-metalúrgico que liderou greves no final da ditadura militar e foi decisivo na formação do Partido dos Trabalhadores.

Esse é o motivo pelo qual a nova edição do JCO destaca que a luta contra Bolsonaro e todos os golpista tem que se somar à luta pelos direitos políticos e pela candidatura de Lula: Lula Candidato, Lula Presidente. Essa é a maneira mais acaba de destruir a política confusionista da direita tradicional, que procura capitalizar em cima da impopularidade de Bolsonaro.

 

O JCO traz muito mais, confira!

 

Qual o impacto do surgimento das novas cepas do vírus nessa pandemia que parece se arrastar indefinidamente? A partir do caso de Manaus, uma analise da gravidade da situação.

O segundo caderno traz diversos temas da atualidade, como a pressão dos governos pela volta às aulas antes da ampla vacinação da população e a mobilização dos professores contra esse ataque, com destaque para a atuação da corrente Educadores em Luta.

Em Portugal, o vazio deixado pela esquerda acaba abrindo mais espaço para o crescimento da extrema-direita.

Novo golpe militar em Mianmar põe fim ao curto período de governo civil no país. Entenda as diversas nuances de mais um embate entre o imperialismo e as potências regionais.

A independência da Catalunha é novamente o tema central das eleições regionais em fevereiro. Em meio à crise política espanhola, essas serão eleições marcadas pela falta de democracia no país.

Eleições também são destaque no Equador do golpista Lenín Moreno. Assim como no Brasil, o principal candidato popular foi impedido de participar do pleito. Depois de capitular à todas as exigências dos golpistas, Rafael Correa escolheu um dos seus ex-ministros para concorrer nesse jogo de cartas marcadas.

 

Caderno de cultura

 

Um dos grandes diferenciais do PCO é sua abordagem cultural, que ganha destaque nesse caderno especializado. Para começar uma série de paralelos entre o marxismo e a Revolução Francesa, com destaque para analogias históricas realizadas por Marx, Lênin e Trótski.

Na terceira e última parte da série “Cultura Traída”, Henrique Áreas faz paralelos entre o controle exercido pela burocracia stalinista na liberdade artística e a concepção identitária. Além da proposta absurda de apagar o passado, requentada após a repercussão da derrubada de estátuas em outros países, essa ideologia tenta impor limites cada vez mais estreitos para a liberdade de expressão.

Um exemplo de abordagem completamente oposta da arte é encontrada num texto que retrata as posições de Lênin e Trótski sobre a obra do escritor russo Tolstói, um dos maiores nomes da literatura mundial, além de aristocrata e cristão.

Como não podia deixar de ser, o futebol tem seu espaço no caderno de cultura. A final da Taça Libertadores com duas equipes tradicionais do futebol brasileiro é abordada de maneira totalmente distinta em relação à imprensa esportiva a serviço da burguesia.

Em meio ao curso “O que foi o Stalinismo?”, o JCO traz um dos inúmeros exemplos de revisionismo histórico apoiados na arte direcionada pela burocracia da URSS. Numa pintura de 1934, é possível ver um jovem Stálin orientando soldados durante a Guerra Civil que levou à consolidação da Revolução Russa. O problema é que a situação nunca ocorreu, como explicado pelo próprio Trótski a partir de relatos e informações da época em texto publicado nesta edição.

Temos ainda uma matéria a respeito da situação dos músicos na pandemia. As diferenças entre músicos ricos e pobres foram acentuadas e Bolsonaro atuou para favorecer esse quadro.

Faça já sua assinatura!

Você pode conseguir o Jornal Causa Operária diretamente com os militantes do partido ou através do site https://jornal.causaoperaria.org.br/, ajude a fortalecer essa imprensa revolucionária.

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