Cassação da candiadura: Injustiça contra Lula foi “precedente” para injustiça contra PCO em SC

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Como característica da ferrenha perseguição ao PCO nas eleições, o candidato ao governo de Santa Catarina, Ângelo Castro, foi impedido de participar do processo eleitoral do estado, sob colocação do TRE (Tribunal Eleitoral Regional) que estaria sendo enquadrado na Lei da Ficha Limpa, medida impetrada pelos golpistas que tem apenas um único viés, que é o de tirar a esquerda de qualquer parte do cenário político, aqui em específico, das eleições.

A todo momento, o candidato em sua campanha vem denunciando o golpe e seu atroz avanço contra os trabalhadores. Desde sua aparição para entrevistas, Ângelo vinha sendo duramente atacado pela imprensa golpista, propriamente pela Rede Globo, que logo após o candidato de maneira muito coerente ter  defenddido o programa do PCO, e feito a denúncia contra o golpe e demais arbitrariedades que foram cometidas contra o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva.

Ao contrário do que se espera pela imprensa burguesa, a candidaturas do PCO são candidaturas legítimas que representam inteiramente os interesses dos trabalhadores, e que não há espaço para personalismos como é feito pelos candidatos dos partidos burgueses.

A justiça golpista de Santa Catarina, deixou claro seu posicionamento. Ângelo Castro foi acusado sob a lei da ficha limpa, e impedido de participar das eleições onde os mesmos usaram como precedente o ex-presidente Lula. Quer dizer, os candidatos que não condizem com o programa do golpe já estão sendo prontamente extirpados do cenário político, onde só se respalda candidaturas como a de Geraldo Alckmin.

Ou com relação ao fato mais recorrente da semana, onde Garotinho teria o direito a concorrer as eleições. Como muito denunciado anteriormente pela imprensa operária do PCO, a lei da ficha limpa, se caracteriza como algo inconstitucional e que diretamente -esse foi o tiro no pé da esquerda- a lei seria utilizada para atacar a esquerda e frontalmente impedir qualquer avanço de uma política que represente de fato os interesses dos trabalhadores.