Rio de Janeiro
Entre 2018 e 2019, os casos e leichmaniose em cães tiveram alta de 253% na cidade do Rio de Janeiro. No Estado, a alta foi de 164%.
2006
Frank Collins

This photograph depicts a Phlebotomus papatasi sandfly, which had landed atop the skin surface of the photographer, who’d volunteered himself as host for this specimen’s blood meal. The sandflies are members of the Dipteran family, Psychodidae, and the subfamily Phlebitaminae. This specimen was still in the process of ingestg its bloodmeal, which is visible through its distended transparent abdomen. Sandflies such as this P. papatasi, are responsible for the spread of the vector-borne parasitic disease Leishmaniasis, which is caused by the obligate intracellular protozoa of the genus Leishmania.

Leishmaniasis is transmitted by the bite of infected female phlebotomine sandflies, injecting the infective stage (i.e., promastigotes) from their proboscis during blood meals.  Promastigotes that reach the puncture wound are phagocytized by macrophages ,and other types of mononuclear phagocytic cells, and inside these cells, transform into the tissue stage of the parasite (i.e., amastigotes), which multiply by simple division and proceed to infect other mononuclear phagocytic cells.  Parasite, host, and other factors affect whether the infection becomes symptomatic and whether cutaneous or visceral leishmaniasis results.  Sandflies become infected by ingesting infected cells during blood meals.  In sandflies, amastigotes transform into promastigotes, develop in the gut, (in the hindgut for leishmanial organisms in the Viannia subgenus; in the midgut for organisms in the Leishmania subgenus), and migrate to the proboscis. See PHIL 3400 for a diagram of this cycle.
Créditos da Imagem: James Gathany |

A notificação de casos de leichmaniose visceral em cães apresentou alta de 253% na cidade do Rio de Janeiro em 2019 em comparação com o ano de 2018.  Há dois anos foram notificados 38 casos, que subiram para 119 no ano passado. No Estado, a alta foi de 164%, com a elevação de 199 para 525 casos.

O retorno de diversas doenças nas cidades do país, dentre elas a leichmaniose, demonstra o absoluto descaso com a gestão da saúde pública e com a infraestrutura das cidades. O golpe de Estado de 2016 e os sucessivos cortes de recursos e as políticas de austeridade fiscal implementadas pelos governos golpistas nas esferas federal, estadual e municipal estão levando o Estado do Rio de Janeiro e seus municípios à beira do colapso.

O governador fascista Wilson Witzel (PSC) e o prefeito bolsonarista Marcelo Crivella (PRB) são diretamente responsáveis pela situação catastrófica da saúde pública e da infraestrutura do Rio de Janeiro. Witzel, ao invés de se preocupar com os graves problemas que afetam a população, estimula e promove o assassinato da população pobre nas favelas pela Polícia Militar. Já o prefeito Crivella se destaca na repressão aos vendedores ambulantes, que vivem aterrorizados com a perspectiva de terem suas mercadorias, sua única fonte de subsistência, apreendidas pelos agentes da prefeitura e da polícia. É bastante claro que para os dois políticos de extrema-direita, a existência de doenças que se espalham pela cidade não é objeto de qualquer preocupação.

O presidente fascista Jair Bolsonaro é igualmente responsável pela situação do Rio, Estado pelo qual foi deputado por diversos mandatos. Bolsonaro promove cortes seguidos na política de saúde pública e ataques seguidos aos direitos dos servidores públicos, bem como promove um sucateamento da infraestrutura.

 

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