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Ao acompanhar a cobertura da imprensa golpista, uma espécie de sucursal da imprensa da imprensa imperialista, sobre a Venezuela ficamos com a impressão de que o país vizinho está se transformando naqueles países do continente africano que sofrem com a extrema pobreza e violência.

A campanha dessa imprensa vendida mostrando os refugiados em Roraima procura passar a impressão de que estaríamos na fronteira da Síria ou do Sudão.

É uma manipulação descarada da imprensa golpista contra a Venezuela para justificar uma possível intervenção militar, o imperialismo está fazendo a campanha de que a Venezuela seria o País mais ditatorial e caótico do mundo. Chegam a dizer que há uma crise humanitária.

O que é suspeito é que aqui do Brasil não se percebe essa crise humanitária. Seria normal que uma crise das proporções que a imprensa golpista procura mostrar fosse sentida minimamente no Brasil. Um exemplo bem recente é a enorme quantidade de haitianos no País, que se percebe apenas andando pelas ruas das capitais. Diga-se de passagem, os haitianos são frutos de uma crise humanitária gerada pela intervenção imperialista na ilha da América Central.

A única “prova” da tal crise humanitária seriam os imigrantes em Roraima. O problema é que Roraima é um dos estados menos populosos do País, que significa que a imensa maioria dos brasileiros só poderão acreditar mesmo no que está dizendo a rede Globo e o resto da imprensa golpista, acreditar nos profissionais da mentira e manipulação.

Está claro que há uma enorme manipulação sobre a situação na Venezuela e sobre tudo o que envolve a política no País, mas é difícil saber qual o nível da manipulação. O que é apenas uma mentira deslavada e o que é simplesmente manipulação de algo que acontece realmente em certa medida.

Mas é preciso dizer que mesmo o que possa haver de real na situação deve ser jogado na conta do imperialismo, que promove um duro boicote ao governo venezuelano. Esse boicote é o que está dificultando a vida dos venezuelanos. Tudo é fruto da política de terra arrasada que o imperialismo decidiu intensificar na América Latina. É a doutrina do choque que é a doutrina da política neoliberal.

Se o imperialismo não estivesse na Venezuela, tentando a qualquer custo derrubar o governo chavista, não estaria acontecendo nada do que a imprensa procura passar.

Independente do nível de realismo do “caos na Venezuela”, uma coisa é fato. Essa política do imperialismo, principalmente dos Estado Unidos, esta sim está transformando o continente em um caos.

A essa altura, a Venezuela é um dos poucos países onde ainda se consegue viver sem as botas dos norte-americanos. Os venezuelanos resistem à política golpista e às ameaças e provocações militares dos outros países. E por isso mesmo, os venezuelanos, diferente dos brasileiros, paraguaios, argentinos, equatorianos, peruanos e colombianos não sofrem com governos golpistas capachos do imperialismo, que estão colocando em prática justamente essa política de choque, passando como um trator por cima dos direitos mais fundamentais do povo latino-americano.

A Venezuela resiste e é preciso defende-la. E defende-la é combater o golpe no Brasil. É preciso varrer do mapa os direitistas que foram colocados no governo para destruir o País e entregar tudo para os grandes capitalistas norte-americanos.

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