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Dizem que o capitão sempre afunda com seu navio, em contrapartida os ratos são os primeiros a pular do barco. O escândalo da Lava-Jato está escancarando os bichos rasteiros que elogiaram loucamente a operação criminosa. Durante a prisão de Lula e as eleições, para obter palanque eleitoral na Rede Globo, não faltaram louros e palavras pomposas para falar do Moro, Dallagnol e da Lava-Jato. Agora que a crise tomou conta da situação, evaporaram-se todos os oportunistas e como por magia, parece que nunca houve apoio para a “cruzada contra a corrupção”.

Os primeiros a pularem do barco foram os dirigentes de esquerda que legitimavam o processo, alegando que o judicário era confiável e que essa empreitada era da mais importantes para resolver o problema do brasil. Fernando Haddad que apontou Moro como uma pessoa séria e a operação como importante (sim a mesma operação que predeu sem provas o maior líder de esquerda do Brasil, companheiro de partido de Fernando) durante as eleições, agora quer se desvincular de qualquer maneira com a sujeira escondida de baixo do tapete. Outras lideranças como Luciana Genro do Psol, e toda a cúpula do PSTU, fizeram uma defesa ferrenha, a primeira chegava a comemorar toda vez que um elemento era preso, escrevendo em suas redes sociais (vitória da Lava-Jato!), o segundo comemorou a prisão de Lula e, quando questionados sobre seu posicionamento, alegavam que Lula era corrupto por ter-se aliado coma  burguesia.

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Resumindo, apesar de ser óbvio o cunho político da operação que só prendeu inimigos políticos ligados a empresas brasileiras, e Lula para tirá-lo da eleição0, mesmo sem prova nenhuma, mesmo assim esses partidos e figuras apoiavam o processo sonhando de ocupar o espaço político dos perseguidos, sem perceber que estavam tão ameaçados quanto os outros.

Do lado a direita, cuja campanha à favor de Moro e da Lava-Jato foi intensa e a todo tempo, logo veio a matéria do Intercept, logo eles tentaram se desvincular da escatologia. Raquel Scheherazade, conhecida por ser vira casaca, apoiou Bolsonaro antes das eleições para atacá-lo na época da campanha burguesa do EleNão, agora quer desvincular-se dos que à pouco chamava de “heróis da pátria”, chegou a lançar um vídeo nas redes sociais para falar sobre o assunto.

Outros membros da imprensa golpistas, como Luciano Huck e Reinaldo Azevedo e órgãos como a Folha de São Paulo, também estão pulando do barco e  tentando a todo custo desassociar suas imagens à dos envolvidos.

Um caso cômico é o do diretor José Padilha, que chegou a produzir uma série para a Netflix sobre a operação, “O Mecanismo”, tratando Moro e o procurador da República, como heróis da luta contra a corrupção.

Não podemos cair em conversa de malandro, esta operação mostrava-se uma farsa, um “mecanismo” para destruir a indústria brasileira, atacando as principais empresas nacionais e os políticos ligados a ele em benefício das empresaras estrangeiras, desde o início. Todo a operação assim como o processo eleitoral que ocorreu em virtude desta devem ser desmascarados como farsa e imediatamente anulados.

Liberdade Para Lula!

Fora Bolsonaro!

Eleições Gerais Já!