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Nas últimas semanas, o ex-presidente Lula percorreu os três Estados do Sul do país para continuar sua campanha contra o golpe de Estado. Assim como aconteceu no Nordeste, a caravana arrastou milhares de pessoas para as ruas, demonstrando a grande popularidade de Lula e a enorme revolta contra o governo golpista.

Durante a caravana, Lula criticou a atuação do Poder Judiciário, do Ministério Público e da Polícia Federal, entre outras questões relacionadas ao golpe. Além disso, Lula falou abertamente em combater o avanço do fascismo, chegando a falar que “é bom de briga” e que “se derem tapa na cara, vamos retribuir”.

Diferentemente da caravana do Nordeste, no entanto, a caravana do Sul contou com vários atentados promovidos por grupos fascistas, organizados pela Polícia e sustentados pelo imperialismo. De maneira covarde, tais grupos, que eram sempre minorias, tentaram, de várias maneiras, impedir, por meio da violência, que a caravana de Lula seguisse. Até mesmo tiros foram disparados contra os ônibus da caravana.

Cinicamente, setores  da direita declararam que há uma reação “popular” contra a prisão de Lula.

Embora essa tese da manifestação “popular” fosse absurda por si só – já que não houve, em nenhum momento durante a caravana, uma maioria anti-Lula -, a impopularidade de Bolsonaro foi suficiente para desacreditar de vez essa ideia. Ao convocar um “ato” contra o ex-presidente Lula, na mesma praça em que o maior líder popular do país discursou, Bolsonaro se deparou com uma quantidade tão pequena de manifestantes que teve de desmarcar o evento.

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