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Com a ascensão da direita e dos fascistas de plantão, cujo ambiente propício é o golpe de Estado, nota-se a proliferação de atitudes fascistas por todo o País. O caso do assassinato da vereadora Marielle Franco é um desdobramento dessa tendência, e para continuar, os ataques sistemáticos à caravana de Lula no sul do Brasil.

Várias ofensivas fascistas vem sendo registradas contra a caravana nos últimos dias, destaque para o ocorrido na cidade de Bagé-RS, em que latifundiários fizeram protestos agressivos com tratores, financiados por incentivos fiscais oriundos do próprio governo Lula. A burguesia põe suas garras definitivamente de fora o quê exige uma reação à altura.

Na última terça (20) a senadora paranaense e atual presidenta do PT Gleisi Hoffmann, denunciou que foi apreendido uma caminhonete repleta de bombas que seguia o ônibus da caravana de Lula no Rio Grande do Sul. Dessa forma, é constatado mais uma perseguição política ao que o Partido dos Trabalhadores representa, ou seja, os próprios trabalhadores.

Em depoimento público, Hoffmann afirma: “A Caravana pacífica e democrática do presidente Lula está sendo atacada e ameaçada por milícias da extrema direita com características fascistas. Essas milícias querem impedir a Caravana de prosseguir. E se utilizam de violência”.

É importante destacar que a participação ou não de Lula nas eleições, se é que elas vão de fato acontecer, indicam um problema grande para a direita que caminha para a polarização da luta de classes no regime político brasileiro. A atuação dos militares no Rio de Janeiro, como “laboratório” do golpe, já diz claramente quais os planos da direita imperialista para o Brasil.

Diante das atrocidades contra os direitos humanos que cometem contra a população carioca e o ataque à liberdade de expressão política atacando a caravana de Lula, percebe-se que o vetor de atuação da direita imperialista no Brasil é a polarização. Os trabalhadores e os partidos de esquerda devem ter isso como certo, para poderem articularem suas ações políticas para a autodefesa.

Lutar pela anulação do impeachment, contra a prisão de Lula e a intervenção militar no Rio de Janeiro, é o ponto de articulação que a luta política exige nesse momento. Está claro que a direita persegue Lula, tanto em processos no judiciário golpista quanto em suas caravanas pelo Brasil. Acabar com o golpe passa, necessariamente, pelo triunfo dos trabalhadores nas mencionadas lutas políticas.

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