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Capitalistas aprovam reunião
Capitalistas aprovam Bolsonaro e ministros em falas na reunião
Mercados Financeiros têm alta após divulgação do vídeo da reunião ministerial, não vêem crimes e aprovam destruição do governo
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Capitalistas aprovam reunião
Capitalistas aprovam Bolsonaro e ministros em falas na reunião
Mercados Financeiros têm alta após divulgação do vídeo da reunião ministerial, não vêem crimes e aprovam destruição do governo
Capitalistas à espera da “abertura da porteira”. Imagem:
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Capitalistas à espera da “abertura da porteira”. Imagem:
Da redação

Após à divulgação do vídeo da reunião ministerial de 22 de abril, feita hoje pelo ministro Celso de Mello do STF, os números do mercado financeiro tiveram ligeira alta, mostrando a aprovação dos capitalistas.

O Ibovespa futuro, antes em queda, após à divulgação do vídeo fechou em alta de 1,35%. O Ibovespa fechou em queda de 1,03% refletindo o acumulado da semana, mas após à divulgação do vídeo teve rápida alta, fechando realizações com 5,95% de ganho. A cotação do dólar, que vinha acumulando quedas, fechou o índice do dia estabilizado.

A chamada reação dos mercados responde, na verdade, às falas de Paulo Guedes, de Marcelo Álvaro Antônio e Ricardo Salles que falaram bastante em recuperação econômica via investimentos privados, desregulamentação geral, em livre mercado etc.

Ou seja, as falas dos ministros agradou os capitalistas pois a proposta do governo Bolsonaro é exatamente destruir o Estado brasileiro, vender todas as empresas públicas, acabar com a legislação trabalhista, previdenciária, ambiental e toda a regulação que deixa o país mais difícil de ser espoliados pelos capitalistas internacionais.

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Por outro lado, os cortes promovidos por Celso de Mello, aos ataques à China, principal parceiro comercial do Brasil e também das potências imperialistas, também agradou os capitalistas.

As falas, entretanto, só desagradam o trabalhador brasileiro, que vê seu destino sendo selado, por um lado pelo governo fascista, por outro pela pandemia do coronavírus e pela inércia da esquerda e dos sindicatos.

 



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