É preciso um dia nacional de paralisação das categorias

"O amor vai vencer o ódio"

Capangas do PSDB fizeram emboscada contra militantes do PCO

Capangas do PSDB e PMs organizam emboscada contra militantes do PCO e do Bloco Vermelho após o ato pelo Fora Bolsonaro

PM paulista – Foto: reprodução

No final do ato enorme ato do último sábado, 3 de julho, a população mais uma vez foi às ruas para pedir o fora Bolsonaro de vermelho e rejeitar, hostilizar e tirar o PSDB da manifestação que ocorreu na avenida Paulista. O PSDB, por sua vez, organizou uma ação criminosa contra militantes do PCO e do bloco vermelho.

Vendo a ampla rejeição dos manifestantes, que em todos os momentos hostilizaram o bloco tucano, e do PCO, o único partido que rejeitou e denunciou a tentativa do PSDB de tomar conta da manifestação, capangas do PSDB e a Polícia Militar tentaram agredir o PCO no final do ato e vamos descrever os acontecimentos criminosos abaixo.

No final da manifestação, na praça Roosevelt, após o encerramento do grande ato, militantes do Partido da Causa Operária e outros ativistas do bloco vermelho se deslocavam para o deixar os materiais, faixas e bandeiras no caminhão.

Um pequeno grupo do PCO formado por cinco pessoas, 4 homens e uma mulher, foi surpreendido por capangas contratados pelo PSDB. De maneira covarde, 12 capangas chegaram dizendo que haviam agredido a mãe dele e roubado celulares de manifestantes. A discussão seguiu e um dos capangas tentou agredir um companheiro do PCO com um soco e começou uma briga.

Os militantes do PCO se defenderam contra os capangas contratados pelo PSDB com cabos de bandeiras, que afastou os capangas. Um detalhe importante é que a praça Roosevelt estava tomada por policiais militares que apenas observaram num primeiro momento, confirmando que os capangas eram contratados pelo PSDB e contava com o apoio da PM paulista.

Em determinado momento, a PM decidiu agir, mas contra os militantes do PCO e do bloco vermelho. Os capangas acusaram os militantes do PCO de terem roubados celulares e essa acusação serviu para que os policiais tucanos prontamente começassem a revistar os integrantes do bloco vermelho. Enquanto isso, os capangas contratados pelo PSDB sequer foram “incomodados” pelos policiais militares.

Enquanto os PM’s revistavam os militantes do PCO e do bloco vermelho, outro grupo de integrantes do bloco vermelho chegou à praça Roosevelt e foi avistado pelos capangas do PSDB. Prontamente a PM conversou com os capangas que foram em direção aos integrantes que tinham acabado de chegar a praça para tentar agredi-los.

O segundo grupo do bloco vermelho estava em maior número e os covardes capangas do PSDB iniciaram a agressão com garrafas de cerveja e paus, inclusive contra mulheres. E a briga se arrastou até o final da praça na esquina na rua da Consolação.

Ação conjunta entre capangas contratados pelo PSDB e PM ficou evidente

Em todos os momentos, ficou claro o apoio da PM aos capangas contratados pelo PSDB. Vendo que os capangas não conseguiram cumprir seu objetivo de espancar os militantes do bloco vermelho, a PM dividiu o grupo e os cinco integrantes que estavam sendo revistados foram impedidos de ajudarem o outro grupo das agressões dos capangas do PSDB. Os policiais militares diziam “deixa eles se virarem lá”, “vocês não vão fazer nada”, “fiquem apenas olhando”. E quando os militantes do bloco vermelho tentaram furar essa barreira policial para ajudar os outros integrantes, a PM ameaçou com cassetetes e com armas em punho.

Em determinado momento, um policial militar colocou a arma na cabeça de um companheiro do PCO devido às acusações dos capangas contratados pelo PSDB sobre o roubo de celulares. Desde fazer “vistas grossas” para a ação dos capangas do PSDB, dividindo os militantes do bloco vermelho em dois grupos para facilitar a ação dos 12 capangas contratados pelo PSDB e de atacar os militantes do bloco vermelho com acusações infundadas de roubo de celulares para que a polícia atacasse os militantes mostrou que os capangas do PSDB atuaram juntamente para atacar os militantes do PCO e do bloco vermelho.

A situação não foi pior devido a ação conjunta dos militantes que, prevendo esse tipo de retaliação, revidou e repeliu os capangas funcionários do PSDB.

“O amor vai vencer o ódio”, disse o PSDB

Ao contrário do que disse a esquerda pequeno burguesa que faz uma defesa intransigente dos tucanos na paulista, coisa que não foi tão efusiva nem quando Lula estava preso em Curitiba, e ataca de maneira venal o Partido da Causa Operária, o PSDB não possui militantes.

A ação dos capangas do PSDB na Praça Roosevelt para emboscar militantes do PCO e do Bloco Vermelho demonstrou que as pessoas do PSDB são contratadas para seguir os interesses de João Doria, FHC e outros da corja tucana. Contratam mercenários, elementos lúmpens para atacar setores da esquerda que vão contra os seus interesses. O mais comum seria utilizar a polícia contra os militantes da esquerda, mas como nesse momento querem se mostrar “democratas” e se infiltrarem na manifestação para tomar conta do movimento contratam elementos desqualificados para agredirem militantes e ativistas da luta contra o golpe.

O PSDB é um partido golpista e está por trás dos maiores massacres, chacinas e violência contra os trabalhadores e nem dá para elencar aqui neste artigo. Não tem nada de “amor” ou “democracia”, apenas a polícia militar e muita violência e repressão.

É preciso repudiar a participação do PSDB nas manifestações e as ações criminosas dos capangas contratados pelo PSDB para atacar o partido que mais lutou e denunciou o golpe e as ações da direita, que está nas ruas mesmo na pandemia, e militantes da esquerda que participam do bloco vermelho e não compactuam com BolsoDoria, BolsoGay, BolsoNeto e outros elementos da direita golpista e assassina dentro das manifestações.

Uma esquerda que se solidariza com elementos da extrema direita que massacra o povo, ataca os trabalhadores, liquida o patrimônio público e tenta colocar o PSDB como “democrata” está cumprindo o papel sujo da burguesia contra as bandeiras de luta do movimento pelo fora Bolsonaro e todos os golpistas.

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O Diário Causa Operária atravessa um momento decisivo para o seu futuro. Vivemos tempos interessantes. Tempos de crise do capitalismo, de acirramento da luta de classes, de polarização política e social. Tempos de pandemia e de política genocida. Tempos de golpe de Estado e de rebelião popular. Tempos em que o fascismo levanta a cabeça e a esquerda revolucionária se desenvolve a olhos vistos. Não é exagero dizer que estamos na antessala de uma luta aberta entre a revolução e a contrarrevolução. 

A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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