Cantareira seca: pro povo é volume morto

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A dois anos atrás a prefeitura da cidade de São Paulo decretou o fim da crise hídrica, onde, um período de seca intensa baixou o nível do Sistema Cantareira a índices menores do que o de junho de 2013.

A situação é grave, pois, se contarmos que os últimos períodos que o fato antecedeu foram sequenciais – 2013, 2014, 2015 e 2016 -, agora podemos esperar que uma nova crise preocupante, pois temos cinco reservatórios da Sabesp que estão com níveis abaixo ao daquela época.

A companhia sustenta que as obras feitas durante a crise anterior, garantem o fornecimento de água ao menos até o fim de 2019, caso a falta de chuva persista, depois, não garantem. Frente a essa situação lamentável, sabemos que a imprensa burguesa faz a famosa demagogia de pedir que a população controle o consumo, enquanto isso, os capitalista poluem, destroem, roubam, entregam o Aquífero Guarani e tudo em nome do lucro.

Especialistas dizem que o quadro não é de desespero, mas, como servos da burguesia, desesperados começam a traçar planos de controle sustentável, reutilização de água, volume morto e tudo mais o que o povo merece.