Uma fraude grotesca
Os próprios jornais burgueses fornecem inúmeros materiais que comprovam o verdadeiro embuste operado pelas classes dominantes. Afinal, é difícil esconder tanta fraude.
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A urna eletrônica não garante a lisura do processo eleitoral | Reprodução

Desmascarar a farsa do processo eleitoral é uma tarefa muito simples. Os próprios jornais burgueses fornecem inúmeros materiais que comprovam o verdadeiro embuste operado pelas classes dominantes. Afinal, é difícil esconder tanta fraude. Em matéria do G1, é possível comprovar a completa manipulação do escrutínio popular.

De início, a matéria já chama atenção para um fato aberrante. Pasmem! Nas eleições de 2016, das 141.118 candidaturas, quase 15 mil candidatas (10%) nem sequer computaram um voto. Dessa sabotagem, não obstante, 89% dos prejudicados eram mulheres e apenas 11% homens. Ora, nem o próprio voto? Em 2016, foram 27 legendas diferentes, sendo o MDB, PSD e PP as que registram o maior número de mulheres sem voto que concorrem em 2020. Deste montante, 98% ainda postulam uma cadeira na Câmara Municipal em 2020. É um número muito grande de candidatos que não tiveram voto registrado, nem mesmo o próprio voto. Com o PCO não é diferente: os votos de seus candidatos não foram computados em vários pleitos.

Por um lado, como explicamos acima, pode-se creditar o número imenso de candidaturas sem voto à fraude eleitoral. Por outro, pode-se creditar à forma como os partidos burgueses se organizam e manipulam as pautas identitárias. Existe hoje uma lei que garante que 1/3 das candidaturas proporcionais de cada partido ou coligação deve ser composta por mulheres. Mas isso, contudo, não garante o “empoderamento feminino”, pois as mulheres continuam sendo candidatas sabotadas pelo sistema eleitoral e pelos partidos burgueses, que a utilizam para cumprir as obrigatoriedades legais. Milhares de mulheres acabam sendo convocadas para serem candidatas pelos partidos burgueses, mas não apresentam qualquer competitividade. Esse panorama, porém, revela o quanto antidemocrático é o processo eleitoral no Brasil. Mesmo com uma legislação que obrigue os partidos de terem uma fração de candidatas mulheres e negros, por exemplo, não podemos ignorar que essas eleições de 2020 irão ocorrer em meio ao aprofundamento do golpe de Estado de 2016. Toda essa sabotagem e artimanha da burguesia que atua por meio das eleições para manter o domínio político e econômico sob a imensa maioria da população, só atestam uma coisa: obviamente, as eleições no Brasil nunca foram democráticas.

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