Seminário eleitoral do PCO
Em reunião nacional, cerca de 200 companheiros discutiram o método, os critérios e a organização da campanha do Partido
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orlando
Os candidatos vão para as eleições como propagandistas do programa do Partido | Foto: DCO

Neste final de semana (3 e 4 de outubro), o Partido da Causa Operária (PCO) realizou um seminário nacional para candidatos e militantes visando discutir as diretrizes fundamentais e o plano de trabalho da campanha eleitoral.

Um aspecto fundamental da campanha do PCO é que esta é uma campanha de partido. Isto significa que, ao contrário do que fazem os partidos burgueses e pequeno-burgueses, o centro da atividade do PCO nas eleições é a construção do Partido e não a promoção pessoal de seus candidatos.

O Partido proíbe a promoção pessoal, entendendo que esta denota um processo de corrupção política, de uso da política como uma espécie de trampolim para a ascensão social.

Nos partidos da direita e da esquerda reformista, o papel do candidato nas eleições é fazer discursos, dar entrevistas, apertar mãos, comer pastéis. A publicidade que recebe é capitalizada individualmente. Se for eleito, ele se encontra livre para ir de uma legenda a outra quando bem entender. As legendas não são mais do que um número.

O candidato burguês ou pequeno-burguês, de direita ou de esquerda, não está ligado a um programa politico, uma organização para determinados fins políticos, mas à demagogia eleitoral. Os partidos pertencem aos candidatos – existem porque os candidatos precisam se eleger.

No PCO, o candidato está no mesmo nível que os demais militantes do Partido. Não é uma figura que se eleva sobre os demais. Tem as mesmas tarefas e, dentre elas, uma peculiar, que é a de ser o porta-voz do programa partidário.

Os eixos centrais da intervenção do Partido na campanha eleitoral foram amplamente discutidos – não só tendo em vista a participação nas eleições, mas como parte de um processo de discussão cotidiana, vital para que o Partido possa atuar de maneira unificada e consciente.

Com base nas deliberações da 30ª Conferência Nacional realizada em julho, as atividades e questões políticas da campanha eleitoral serão discutidas democraticamente nas instâncias partidárias. A candidatura pertence ao Partido. O candidato não decide nada sozinho e à revelia dos demais militantes.

É nesse sentido que as tarefas da campanha – atividades públicas, panfletagens, entrevistas, debates etc. – estão a cargo das organizações partidárias em cada cidade ou Estado que atuam coordenadamente com a direção nacional do Partido.

O principal objetivo do PCO nas eleições é o fortalecimento da sua organização, seu crescimento. Deste modo, portanto, as organizações do Partido devem se concentrar e impulsionar a atividade partidária o mais amplamente possível, tendo à frente da campanha a bandeira do Partido, seu programa de luta e palavras de ordem, conduzidas energicamente por todos os militantes, sejam eles candidatos, ou não. Afinal, diferentemente dos partidos que pertencem aos candidatos, no PCO, os candidatos são do partido.

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