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Após a falência da candidatura de Geraldo Alckmin à presidência da República, em decorrência de sucessivas gestões desastrosas dos tucanos no governo estadual paulista, a burguesia golpista se une agora em torno de Ciro Gomes. Para isso, tratou de usar um de seus tablóides favoritos para dissimular a opinião, o jornal “O Estado de S. Paulo”, para rasgar elogios ao seu provável postulante à composição de chapa, o empresário Eduardo Steinbruch.

Trata-se de um habitual perseguidor de trabalhadores, posto que sua família desde os anos 1960 comanda o monopólio têxtil da Vicunha. Foi sócio da Vale, empresa entregue para o imperialismo por Fernando Henrique Cardoso, e é proprietário de um conglomerado de empresas que inclui o Banco Fibra e a maior siderúrgica do Brasil, a Companhia Siderúrgica Nacional CSN.

As empresas da família Steinbruch prosperaram durante a ditadura militar, ou seja, entre as décadas de 1960 e 1980. Assim, fica simples deduzir, que o empresário tem relações de compadrio e favorecimento com a burguesia imperialista por mais de meio século.

Vale lembrar que Eduardo Steinbruch é conhecido nacionalmente como o “pato da Fiesp”, pois é o atual vice presidente da entidade. A Fiesp, órgão de controle criado pela burguesia para oprimir trabalhadores, é uma instituição feita para sabotar completamente o movimento operário, posto que dela surge centrais sindicais como a Força e a UGT que são verdadeiras fortalezas patronais ao serviço do imperialismo no Brasil.

Eduardo Steinbruch, de forma cínica e arrogante, foi o que falou a famosa pérola de que o trabalhador deva almoçar comendo um lanche e trabalhando simultaneamente, nos moldes da classe operária norte americana, uma das mais oprimidas e sem direitos do planeta. É com esse tipo de pensamento que Ciro Gomes, o candidato que quer emprestar um certo verniz de esquerda para enganar os desavisados, quer formar sua chapa e se apresentar como um verdadeiro Emanuel Macron em versão tropical.

Não se pode ter nenhuma ilusão com Ciro Gomes, Eduardo Steinbruch e qualquer composição que venha dessa linha política e eleitoreira. O imperialismo prendeu Lula para ele não vencer as eleições e assumir o governo. Nesses termos, a luta política dos trabalhadores nessa conjuntura, passa diretamente pela liberdade para Lula e sua participação livre no pleito eleitoral de 2018.

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