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Da redação – Em breve, se tudo der certo, teremos como pré-requisito para entrar na câmara federal o número de assassinatos cometidos durante a carreira policial, visto que o número de membros das forças policiais que se candidatam para as eleições é assustador de tão numeroso.

Uma das que se prontificou a ocupar uma vaga no batalhão da câmara foi a policial Kátia da Silva Sastre, a mesma que em maio desse ano executou um suspeito a queima roupa em Suzano, São Paulo. Em sua propaganda eleitoral gratuita ela usou o vídeo da execução como forma de mostrar à população o que pode fazer dentro e fora do legislativo.

Matar a população, essa é a solução para os problemas brasileiros, principalmente os que segundo a ideologia direitista não têm direito de viver, apesar da constituição “cidadã” dizer expressamente que todos são iguais perante a lei.

Como podemos ver pela atitude da policial militar não é bem assim, todos são iguais perante a lei, exceto aqueles que consideremos incômodos para a sociedade.

A política proposta por parte de setores da burguesia de que vão dar proteção reprimindo a população não passa de ilusão, a única forma disso acontecer é eliminar a pobreza e não os pobres.

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