Siga o DCO nas redes sociais

Mobilização dos Trabalhadores
Campanha salarial deve se basear na luta pela base, não no acordo
As entidades paranaenses tem se mobilizado apenas institucionalmente, porém os sindicatos devem ir além e mobilizar os trabalhadores para derrotar os golpistas e suas medidas
manifestacao-servidores-estaduais
Mobilização dos Trabalhadores
Campanha salarial deve se basear na luta pela base, não no acordo
As entidades paranaenses tem se mobilizado apenas institucionalmente, porém os sindicatos devem ir além e mobilizar os trabalhadores para derrotar os golpistas e suas medidas
Tribuna do Paraná
manifestacao-servidores-estaduais
Tribuna do Paraná

Os Integrantes do Fórum das Entidades Sindicais (FES) realizaram reunião na terça-feira dia 10 de março com o  secretário de Administração e da Previdência (SEAP), Reinhold Stephanes, para a entrega da pauta da campanha salarial de 2020.

Uma das pautas discutidas na reunião foi a falência dos serviços públicos e a falta de reajuste salarial dos profissionais. O FES reivindica a manutenção dos direitos de carreira, respeito ao piso salarial regional, auxílios transporte e alimentação e concurso público.

Outra reivindicação é a contratação de novos servidores, pois alguns se aposentaram, faleceram ou pediram exoneração. O excesso de trabalho para os que ainda estão gera problemas de saúde, dentre eles a depressão e até suicídios.

O Fórum das Entidades Sindicais (FES), que reúne sindicatos de várias categorias do funcionalismo estadual, travou uma luta contra o governo Ratinho Jr (PSD), porém essa luta parcial, que conduziu à derrota da greve, expressa-se sobretudo na aprovação do roubo da previdência em dezembro.

É preciso opor o ataque ao funcionalismo uma política de luta real, ou seja, mobilização nas bases. O lobby no parlamento estadual e a demagogia eleitoral só levará os trabalhadores à derrota.

Diante dessa situação é preciso que a FES convoque uma mobilização massiva dos servidores estaduais de diversos ramos para colocar em xeque os desmandos do golpista Ratinho Jr. A luta deve ultrapassar os limites institucionais, pois nesse marco os trabalhadores somente tem amargado derrotas como a “reforma” da Previdência, a terceirização e a Pec da morte, que congela em 20 anos os gastos públicos.