Um vale-tudo
Partir aprovou candidaturas em 20 Estados e realiza campanha denunciando a fraude do processo eleitoral, chamando o povo a lutar por Fora Bolsonaro e Lula candidato
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Adesivo da campanha eleitoral do PCO | Foto: Arquivo DCO.

O PCO está mobilizando em todo o País, mesmo onde não há eleições municipais – como em Brasília – milhares de militantes e ativistas buscando fazer da campanha eleitoral uma tribuna de luta pelas reivindicações populares diante da crise, de denuncia do caráter fraudulento das eleições municipais (armadas pelos golpistas para dar a vitoria às carcomidas máquinas eleitorais da direita, como PSDB, DEM, MDB, PSD etc.) e, principalmente, para impulsionar uma mobilização pelo Fora Bolsonaro e todos os golpistas e pela construção de uma alternativa política própria dos trabalhadores por meio da unidade da esquerda e de suas organizações de luta em torno da candidatura presidencial da maior liderança popular do País, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Essa campanha desperta enorme simpatia entre os ativistas da esquerda e entre amplas parcelas da juventude, dos trabalhadores e demais setores explorados, inclusive, entre companheiros da base do PT e de outros setores da esquerda.

Diferentemente do que pensa a maioria da esquerda pequeno burguesa e burguesa, para o PCO não se trata de partir para um vale-tudo eleitoral, referendando a farsa armada pela direita, em condições muito desfavoráveis para a esquerda de um modo geral, mas de procurar reforçar – nas eleições e fora delas – um processo de organização e mobilização dos explorados com bandeiras próprias dos trabalhadores diante da crise, deixando claro que suas reivindicações fundamentais, não serão conquistadas por meio do jogo de cartas marcadas das eleições, mas apenas e tão somente por meio de uma intensa mobilização revolucionária que ponha fim ao regime golpista e aos seus ataques contra o povo trabalhador.

Justamente pelo caráter classista e revolucionário de sua campanha é que o Partido da Causa Operária, vem sendo alvo de uma intensa campanha de ataques e perseguições por parte da justiça golpista (que busca se amor como “dona” do processo eleitoral) e da venal imprensa golpista, que atua para manipular as eleições em favor dos candidatos do regime golpista apontados, por ela, como os “favoritos” para ganharem as eleições, como os mais preparado etc.

Em várias cidades do País, o Partido sofre clara perseguição de setores da justiça eleitoral que chegaram ao ponto de recusar a inscrições de candidaturas legalmente aprovadas pelo Partido, como Maceió, sem nenhum justificativa legal. A arbitrariedade é tamanha que esses senhores burlam a norma legal que determina o recebimento do pedido encaminhado pelos Partidos ou eleitores para posterior analise e apreciação. Deste modo, um mero burocrata de Cartório Eleitoral se arvora no direito de não realizar a devida inscrição.

Em alguma outras localidades, candidaturas são indeferidas, em primeira instância (contra o que cabe recurso) sobre os pretextos mais fúteis. Essa situação atinge também outros partidos políticos, evidenciando que a Justiça Eleitoral que deveria cumprir apenas o papel de registro e organização do processo eleitoral – sob intenso controle da sociedade, dos partidos etc. – transformou-se em um órgão com poderes abusivos, acima da Lei, que age para casar o direito democrático dos partidos e dos cidadãos à participação politica.

Uma operação casada com as demais instituições do regime político – como o Congresso Nacional – que aprovaram um conjunto de medidas que fazem dessas eleições uma das mais (senão a mais) antidemocráticas das últimas décadas, sendo a primeira sob a égide da reacionária reforma eleitoral aprovada em 2017 (ano seguinte ao do golpe de Estado) que – entre outras aberrações – excluiu 10 partidos do horário eleitoral gratuito, deixou a maioria dos demais com um tempo totalmente secundário,  reduziu o tempo de campanha e de propaganda e impôs um conjunto de normas que visam criar condições favoráveis para os grandes monopólios partidários amplamente rejeitados pela população, como se viu nas eleições de 2018, em que foram repudiados pelo povo brasileiro e tiveram que se unir por detrás da candidatura ultra reacionária de Jair Bolsonaro para impedir a vitoria da esquerda, do candidato substituto de Lula, que eles haviam condenado, preso e cassado seus direitos políticos, ilegalmente, para fraudar as eleições.

Da mesma forma, ante a presença política e eleitoral do PCO em dezenas de cidades de todas as regiões do País, o ataque da burguesia se intensifica também pela ação da imprensa burguesa que explicitando seu caráter golpista, de defesa do regime politico atual que ajudou a erguer, ataca abertamente os candidatos do PCO por não se adequarem aos desejos dessa imprensa e de toda a burguesia, por não fazerem promessas eleitorais, por denunciarem o caráter fraudulento das eleições e por convocarem a mobilização popular.

Além de esconderem os candidatos do PCO do público, não noticiando a atividade do Partido, os monopólios da imprensa golpista, em várias cidades, excluíram o Partido de debates e entrevistas (o que vem sendo feito também com pequenos partidos de esquerda, mesmo os que não protestam contra essa situação ditatorial).

A imprensa golpista em muitos casos, ataca claramente o PCO em defesa dos seus próprios candidatos e, secundariamente, m favor dos candidatos da esquerda que ela considera palatáveis ou que servem aos interesses da fraude eleitoral em curso, como se viu em São Paulo, nos ataques da Folha de S. Paulo contra o candidato do PCO.

Esta situação evidencia o acerto da campanha do PCO e da sua política e reforça a necessidade de intensificar-la em todo o País.

É preciso ampliar a campanha de divulgação das propostas de luta e dos candidatos do PCO nas 20 capitais e em todas as regiões, agrupando o ativismo classista e combativo nos Comitês não apenas para conquistar o voto para o partido, mas principalmente, para fortalecer a organização revolucionária, em direção à construção de um verdadeiro partido operário, revolucionário e de massas.

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