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SP - LAVA JATO/LULA/TRF-4/RESULTADO - CIDADES - O ex-presidente Luiz In·cio Lula da Silva (PT) (e), acompanhado do coordenador nacional   do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, participa de ato   de apoio ao petista realizado por militantes de movimentos sindicais e populares, na PraÁa   da Rep˙blica, no centro de S„o Paulo, nesta quarta-feira, 24, dia em que Lula teve recurso   contra a condenaÁ„o no caso do triplex negado pelo Tribunal Regional Federal (TRF) de   Porto Alegre. Lula foi condenado por corrupÁ„o passiva e lavagem de dinheiro. Os   desembargadores ampliaram a pena do ex-presidente de 9 anos e seis meses para 12 anos e   1 mÍs. Ainda cabe recurso por parte da defesa.   24/01/2018 - Foto: ALEX SILVA/ESTAD√O CONTE⁄DO
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Na primeira eleição presidencial em que foi eleito, ainda em 2002, Luis Inácio Lula da Silva, antes do segundo turno, divulgou um documento chamado “Carta ao povo brasileiro”, com o intuito de “acalmar” a burguesia e garantir que, com o PT eleito, não haveriam mudanças radicais no regime.

Em entrevista recente, uma jornalista sugeriu a Boulos utilizar do mesmo método, para amenizar a imagem “radical” do candidato. O único problema é que a candidatura do PSOL não coloca medo em nenhum burguês, muito pelo contrário.

A candidatura foi articulada dentro do partido por Marcelo Freixo, um setor direitista dentro do PSOL que já defendeu as UPPs, e é próximo da Rede Globo, tendo inclusive sido apoiado pela mídia golpista durante as eleições municipais que elegeram Marcelo Crivella. Paula Lavigne, mulher de Caetano Veloso, e outro setor muito ligado a Globo também trabalha pela campanha do “radical” Boulos.

Pelas entrevistas e declarações do candidato é possível perceber que não há nenhum princípio socialista nessa candidatura, não existe nenhum choque real com os interesses da burguesia, uma vez que a única utilidade de alguém que tem 0,5% das intenções de voto é confundir ainda mais o panorama político durante o pleito eleitoral, que nem sequer está garantido, diante da situação de crise em que vivemos.

Finalmente, por mais que o líder do MTST se apresente como “combativo”, sua candidatura expressa a “esquerda que a direita adora”, ao simplesmente abandonar a luta pela liberdade de Lula e, portanto, a luta contra o golpe.

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