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Na última quinta-feira (22) a direção golpista da CEF anunciou mais um famigerado plano de desligamento no banco que pretende demitir mais 2.964 trabalhadores.

A Caixa Econômica Federal pretende até o próximo dia 5 de março demitir, através dos famigerados Planos de Desligamento de Empregados (PDE), quase 3mil trabalhadores. O plano são para aqueles empregados que estão aptos a se aposentarem pelo INSS até a data do desligamento, com exceção de aposentados por invalidez, ou serem trabalhadores que estejam aptos a se aposentarem pelo INSS até 321 de dezembro de 2018, ou com no mínimo 15 anos de trabalho no banco, ou com adicional de incorporação de função de confiança ou cargo em função gratificada até a data de desligamento.

O banco, que é uma empresa 100% pública, está sob uma forte campanha dos golpista que visa entregar esse patrimônio do povo brasileiro nas mãos dos capitalistas, banqueiros nacionais e internacionais. Querem privatizar um banco que exerce um papel importantíssimo de caráter social aplicando os recurso das loterias, FGTS, poupança etc., em programas para infraestrutura, saneamento, habitação, etc.

As ameaças de novas demissões tem por objetivo realizar uma operação de desmonte da empresa, visando enxugar os gastos e as despesas por meio do corte de milhares de trabalhadores dos quadros da instituição financeira, fechamento de agências visando preparar a Caixa para ser privatizada. 

Recentemente um mesmo plano colocou no olho da rua em torno de 7mil trabalhadores. Todo mundo sabe que os “desligamento” são através de uma gigantesca ameaça a aqueles que estão aptos a aderirem ao plano. Perda do cargo comissionado, transferências compulsórias, avaliações de desempenho são apenas alguns critérios utilizados pelos chefetes, a mando dos golpistas, para intimidar os funcionários. Muita gente pode pensar que os “elegíveis” por já terem idade para se aposentar poderia muito bem dar lugar para um trabalhador mais jovem etc. e tal. É necessário esclarecer que não está nos planos dos golpistas recompor o quadro de funcionários, se por um acaso isso for acontecer, não será por concurso público: para isso contam com a Lei da terceirização aprovada no reacionário Congresso Nacional.

A empresa precisa ameaçar os trabalhadores para que saiam, já que os mesmo se encontram com os seus salários arrochados. Pedindo o seu desligamento o bancário perde vários benefícios, tais como auxílio refeição, licença prémio, PLR, anuênio, etc., na atual conjuntura com os preços dos produtos nas alturas fica muito difícil para trabalhador viver com salário de aposentado do banco.

O governo golpista de Michel Temer vem aprofundando os ataques aos trabalhadores que precisam organizar imediatamente uma ampla mobilização que unifique os bancários e todos os trabalhadores colocando na rua uma intensa campanha contra o golpe de estado.

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