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Privatizações das estatais
Caixa: presidente do banco reafirma intenção de privatizar banco
Presidente da Caixa afirma de que há discussões para a abertura do capital do banco
Brazil's Economy Minister Paulo Guedes and Caixa Economica Federal Bank President Pedro Guimaraes attend a news conference in Brasilia
Privatizações das estatais
Caixa: presidente do banco reafirma intenção de privatizar banco
Presidente da Caixa afirma de que há discussões para a abertura do capital do banco
Paulo Guedes, e o presidente da CEF, Pedro Guimarães, em coletiva de imprensa. Foto: Adriano Machado
Brazil's Economy Minister Paulo Guedes and Caixa Economica Federal Bank President Pedro Guimaraes attend a news conference in Brasilia
Paulo Guedes, e o presidente da CEF, Pedro Guimarães, em coletiva de imprensa. Foto: Adriano Machado

Nessa terça-feira (01) o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, em audiência pública na Comissão do Trabalho, Administração e Serviços Públicos (CTASP) da Câmara dos Deputados, reafirmou a intenção do governo ilegítimo de Bolsonaro de privatizar o único banco público do país, conforme já declarou em várias oportunidades o ministro da economia, Paulo Guedes, ao afirmar que, “se é para dar lucro, privatiza logo”.

Na audiência pública, Guimarães admitiu que há discussão sobre a abertura de capital da Caixa. Não é por acaso que a direção golpista da Caixa vem realizando um processo de reestruturação na empresa, com o enxugamento do quadro funcional com a demissão, através dos famigerados PDV’s, de milhares de trabalhadores, fechamento de agências, se desfazendo das subsidiárias do banco (Lotex, o setor de seguridade), arrocho salarial, descomissionamento etc., ou seja, estão preparando o terreno para privatizar o único banco 100% público, que utiliza grande parte dos seus recursos para programas sociais.

O office boy do Paulo Guedes à frente da Caixa tenta disfarçar ao afirmar que abrir o capital não é privatização. Tal afirmativa é apenas uma cortina de fumaça que a direita golpista tenta jogar nos olhos dos trabalhadores e da população, quando todo mundo sabe que o banco está na mira dos neoliberais, capachos dos capitalistas estrangeiros, principalmente o norte-americano, e a abertura do capital da empresa é parte da política de beneficiar meia dúzia de parasitas especuladores nas bolsas de valores de São Paulo e de Nova York.