Lutar para não privatizar!
É preciso ter claro que a caducidade da MP do governo fascista Bolsonaro não implica que os privatistas irão abandonar a sanha de entregar o patrimônio do povo brasileiro
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Cef | Foto: Reprodução

No último dia 04 de dezembro, a Medida Provisória (MP) 995 do governo ilegítimo Bolsonaro e do ministro transloucado e privatista, Paulo Guedes, que tinha como um dos objetivos agilizar a privatização da Caixa Econômica Federal, perdeu a validade.

A MP, que foi editada em 07 de agosto, foi um artifício utilizado pelo governo na tentativa de privatizar a Caixa sem que o processo passasse pelo Congresso Nacional, com a finalidade de abrir uma brecha para vender partes da empresa; como a MP não foi votada no prazo previsto inicial de 60 dias, prorrogável por igual período e, não tendo sido votada, também pelo Congresso, acabou caducando.

A MP autorizava as subsidiárias da Caixa Econômica Federal (CEF) a incorporar ações de outras sociedades empresariais, com isso abria o caminho para a venda e desmontar a estatal brasileira.

Sem licitação essa medida significava que o governo iria arrumar um sócio para dividir os lucros da Caixa. Os novos sócios iriam encontrar tudo pronto, clientes, mão de obra e a infraestrutura do banco.

É preciso ter claro que a caducidade da MP do governo fascista Bolsonaro não implica que os privatistas irão abandonar a sanha de entregar o patrimônio do povo brasileiro para os banqueiros e capitalistas abutres. A Caixa nesse exato momento vem passando por um restruturação cujo o objetivo é pavimentar o banco para a sua privatização. Está aberto mais um famigerado Plano de Demissão “Voluntário” (PDV) que visa demitir mais 5 mil trabalhadores (em novembro passado já foram 2,3 mil), foram fechadas centenas de agências em todo o país, além de diversas dependências administrativas, que vem gerando o descomissionamento em massa.

Além disso a direção golpista da Caixa, comandada por Pedro Guimarães, com a restruturação, tem como objetivo a destruição da Matriz e de suas filiais; os empregados destas áreas estão sendo transferidos a força para rede de agências sob argumento cínico de falta empregados nas agências. É como se os golpistas não tivessem aberto PDV’s e, ao mesmo tempo, não tivessem deixado de realizar contratações de novos empregados; como se não existisse um projeto para promover a extinção de 20 mil postos de trabalho que correspondem a estas áreas da caixa.

Diante dos grandes ataques que podem levar a destruição total deste grande patrimônio nacional, as organizações dos trabalhadores da Caixa Econômica Federal devem intensificar a mobilização junto com os demais bancários, que sofrem com a ofensiva reacionária dos banqueiros, conjuntamente com a Central Única dos Trabalhadores e os demais sindicatos dos setores produtivos, os movimentos e as organizações populares, a população em geral para lutar pela derrubada do regime golpista. Somente a luta unificada dos amplos setores podem pôr fim aos ataques contra toda população, pôr  fim ao governo Bolsonaro e, abre caminho para colocar em seu lugar um governo eleito pelo povo. É preciso mobilizar poderosas massas populares para pedir nas ruas: Fora Bolsonaro e todos os Golpistas! Pelo restabelecimento dos direitos políticos de Lula, Lula candidato, Lula presidente.

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