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raoni
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Na última sexta-feira (23), o líder indígena Raoni deu uma entrevista à agência de notícias AFP (Agence France Presse) sobre os incêndios que tomaram conta da Floresta Amazônica e geraram intensos protestos contra o governo Bolsonaro.

Da Alemanha, o cacique declarou: “devemos fazê-lo sair o mais rápido possível”, pedindo pressão da comunidade internacional e que o povo force o congresso a derrubar Bolsonaro.

Embora não sejam declarações extremamente politizadas com uma linha plenamente correta, Raoni está certo em apontar quem é o culpado é qual deve ser a medida tomada para dar um passo adiante na solução dos enormes problemas políticos, sociais e econômicos que afetam o povo brasileiro: Bolsonaro, e a saída é o Fora Bolsonaro.

Trata-se, ainda, de um posicionamento público muito relevante, ao vir de uma liderança indígena que expressa a opinião de sua comunidade. O responsável pelas queimadas na Amazônia é o governo ilegítimo de Bolsonaro, capacho de um regime de capitalistas que atende aos interesses das mineradoras, madeireiras e latifundiários, interessados em destruir territórios, expulsando populações que já os habitam – ou não – para explorar e encher os bolsos, atuando de forma totalmente parasitária, sem sequer contribuir minimamente para o desenvolvimento econômico da região.

Desde o início do governo Bolsonaro, semanalmente há denúncias e relatos de atrocidades cometidas por fazendeiros, jagunços, policiais, militares e forças governamentais contra as comunidades indígenas. Não se trata apenas de declarações abertamente preconceituosas e fascistas de Bolsonaro, mas de uma política concreta que expulsa indígenas de suas terras e os coloca em uma situação social de ainda mais miséria e total falta de proteção do Estado. Pelo contrário, sob Bolsonaro o Estado age para reprimir qualquer tipo de direito que os indígenas possam ter.

O mesmo é válido para outros grupos sociais que se encontram na “alça de mira” da direita nas zonas rurais e camponesas, no interior do Brasil, como sem terras e quilombolas. Os latifundiários simplesmente mandam no campo, utilizando-se da mais completa violência para impor sua lei, que com Bolsonaro tem se tornado lei oficial do Estado: a apropriação das terras, retirando o direito de trabalho e moradia dos sem terra pela força da bala, organizando um verdadeiro banho de sangue cujo principal alvo são os trabalhadores ligados ao MST.

No entanto, utilizando a demagogia de proteção do meio ambiente, o imperialismo tenta intervir diretamente na situação para implementar uma conquista colonial da Amazônia. É preciso ficar claro que nenhum governo dos países ricos como Alemanha, França ou Estados Unidos tem interesse em proteger os indígenas, quilombolas ou sem terra das garras de Bolsonaro. Até porque foram eles que colocaram Bolsonaro no poder e é a eles que Bolsonaro obedece (vide a entrega de Alcântara ou mesmo as afirmações a favor da venda da Amazônia aos EUA).

Os governos imperialistas estão interessados em explorar a Amazônia para fazer mais do mesmo que Bolsonaro está fazendo: utilizá -la para o enriquecimento dos grandes capitalistas internacionais, não importando a devastação do meio ambiente e a destruição dos direitos das populações que a habitam. Só quem interessa a preservação da Amazônia e o seu uso para o desenvolvimento nacional é o povo brasileiro, e este é o único com o direito de interferir na Amazônia e de derrubar Bolsonaro.

A Amazônia é do Brasil! Fora imperialismo! Fora Bolsonaro, pau-mandado dos imperialistas!

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