Campanha imperialista
A Venezuela e o Irã são países que recorrentemente são alvos de propaganda negativa pela imprensa burguesa, o que continua agora com suas relações comerciais mais próximas
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Irã e Venezuela se unem contra as sabotagens comerciais do imperialismo | Foto: Xinhua/Presidencial Press/AVN

Os boicotes contra países que contam com governos considerados anti imperialistas e mais nacionalistas ocorrem de várias formas pela burguesia, e além das sanções econômicas e políticas, a imprensa é amplamente usada como instrumento para fazer propaganda contra esses países. A Venezuela e o Irã são países que recorrentemente ganham os holofotes da imprensa burguesa contra seus governos e todas as medidas anti imperialistas que por eles são tomadas, e agora com a união comercial entre os dois povos não poderia ser diferente, a propaganda a favor dos interesses imperialistas e contra a união em questão já começou.

Recentemente uma empresa iraniana abriu um supermercado em Caracas, na capital da Venezuela, onde vários produtos vindos do Oriente Médio estão sendo comercializados, o que seria uma boa alternativa para os dois países, principalmente a Venezuela, que sofre seriamente com o abastecimento da população devido aos embargos impostos pelos Estados Unidos. A medida que vai contra os interesses imperialistas já está sendo colocada como algo ruim pela imprensa burguesa aqui no Brasil, e não poderia ser diferente, já que a burguesia brasileira defende e tem interesse direto que o imperialismo dos Estados Unidos seja estabelecido em toda a América Latina. Ao invés de colocar o quanto isso seria benéfico para os dois países e como isso é uma forma de resistência ao imperialismo, a imprensa burguesa ao noticiar o fato se remete sempre ao saudosismo de épocas passadas, antes do governo de Hugo Chávez, como uma forma de dizer que naquela época sim, tudo era bom para o povo venezuelano e agora tudo está em ruínas e nem mesmo esse novo acontecimento poderia beneficiá-los de alguma forma, discurso que seria completamente diferente se o supermercado em questão fosse de uma empresa estadunidense.

Muito se especula e se fala sobre a realidade tanto da Venezuela quanto do Irã, colocando os dois países como lugares completamente problemáticos para as suas populações, mas, quando paramos para analisar certos dados e quais os motivos para que certos problemas aconteçam vemos que tudo faz parte de uma grande propaganda a fim de desmoralizar aqueles que estariam de alguma forma resistindo ao imperialismo. A pandemia é um grande exemplo disso, onde na Venezuela o país mesmo com todos os embargos e dificuldades vindos pelas políticas estadunidenses registrou pouquíssimas mortes, e se compararmos com números do Brasil e dos Estados Unidos a diferença é ainda maior, o que nos leva ao questionamento de onde estariam os verdadeiros problemas e quem estaria seriamente combatendo a doença.

Outro fato que a imprensa burguesa coloca como propaganda negativa é sempre atrelar o Irã ao dito terrorismo, colocando a aliança entre os dois países até mesmo como uma ameaça que estaria colocando a América Latina em risco, numa forma de deslegitimar a resistência imperialista como, por exemplo, da Guarda Revolucionária do Irã, que para o jornal americano Wall Street Journal é considerada um grupo terrorista.

O fato é que a aliança comercial entre Irã e Venezuela é uma importante política contra a burguesia e contra os países imperialistas, os dois países são alvos diretos das sabotagens do imperialismo e a sua união é também uma união de forças contra isso, mesmo que a imprensa burguesa tente de todas as formas  deslegitimá-los.

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