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macedonia
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Mais um fator demonstra a crise do regime imperialista. Para poder entrar na União Europeia e na aliança militar imperialista, a Organização do Atlântico Norte (OTAN), a burguesia imperialista promoveu um referendo na Macedônia pela mudança do nome do país para Macedônia do norte, uma exigência da opressão grega sobre a população Macedônia. A tentativa do imperialismo era de promover a Macedônia como país da OTAN e da UE, e portanto subjugado, como cabe aos países pequenos, aos interesses militares e político do imperialismo.

O referendo não conseguiu alcançar a meta de 50% da participação popular, pois foi feita uma intensa campanha pelo boicote do referendo. Para Hristiajn Mickoski, representante da Organização Revolucionária Interna da Macedónia (VMRO-DPMNE), o acordo pela mudança do nome, que obviamente significava a entrada ou não da Macedônia nestas alianças imperialistas, representaria uma humilhação e um submissão da Macedônia perante à Grécia.

Os gregos exigem para a entrada da Macedônia a modificação do nome, pois eles mesmos têm uma província com o mesmo nome, e chamar a Macedônia de Macedônia do Norte significaria não considerar a legitimidade do país de reivindicar a província grega para si. O acordo para mudar o nome do país tem a ver com uma conciliação centrista entre o antigo primeiro-ministro da Macedônia, Zoran Zaev, que era a favor de um políticas pró-imperialista, e o atual primeiro-ministro da Grécia, Alexis Tsipras, do Syriza, o PSOL europeu.

Os setores favoráveis ao imperialismo procuram apresentar o referendo como vitorioso, pois teria ganho com mais de 90% dos votos a favor, sendo que omitem que mais de 65% da população boicotou a votação no sentido de marcar posição contra a entrada do país na União Europeia. Porém, como é tradicional da tática da direita tentarão manobrar no parlamento dizendo que estão respeitando a decisão da população no referendo.

Mesmo assim, cria-se uma crise no país, pois o bloco nacionalista controla 49 das 120 cadeiras do legislativo, e portanto quase 50%, e portanto tem o peso para barrar a maioria de dois terços necessários para mudar a constituição.

Surgiu uma campanha do imperialismo de que os Russo teriam interferido na política da Macedônia, sendo que foi o próprio imperialismo que incentivou o referendo. A questão é colocada pois a tentativa de colocar a Macedônia na UE e na OTAN é uma forma de avançar na ofensiva para cercar a Rússia, de forma a criar uma barreira militar, econômica e política em torno do país de Vladimir Putin.

A rejeição da população à União Europeia se dá por conta do tratamento que estes pequenos países atrasados recebem do imperialismo, quando são subjugados à política dos bancos europeus, principalmente os Alemães. Junto com o Brexit e os movimentos separatistas, reflete a dissolução do regime europeu.

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