Destruição de empregos
Em meio a pandemia o extermínio de empregos e trabalhadores segue a todo vapor e com previsão de se alastrar pelo país.
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Copel | Foto: BemParaná - Reprodução/facebook/copel

Matéria do jornal Money Times informa que os analistas gostaram muito do plano de demissões voluntárias implantado pela Copel Telecom e encerrado em 29 de dezembro passado e será efetivado em meados deste ano. Os funcionários elegíveis eram 375 e 169 aderiram ao programa. A redução de custos será da ordem de 9 milhões de reais a partir de 2022. Em 2020, 480 funcionários foram demitidos por adesão à demissão voluntária. Significa redução de 7% do quadro de empregados.

A Copel, última estatal de telecomunicações, é paranaense e é líder de mercado local no setor de telecomunicações.  É responsável pela geração, transmissão, distribuição e comercialização de energia elétrica. Opera com 100% em fibra óptica.

Teve no ano de 2019 lucro líquido de 3,2 bilhões de reais, representando 43% de crescimento em relação ao ano anterior, este que apresentou lucro de 1,4 bilhões, conforme informe da agência de energia do Paraná.

Ela foi arrematada por 2,4 bilhões pelo Fundo Bordeaux de Investimentos, no governo do Ratinho Jr em dezembro passado, e já prepara outras privatizações no estado.

Fora os 480 empregados demitidos em 2020, agora são mais 169 numa empresa que foi privatizada no início de dezembro passado e aguarda a documentação para ser efetivada. 

Isso é crime contra o patrimônio público, onde o custo das demissões são arcados pelo estado, que entregará a empresa enxuta, com altos lucros para a iniciativa privada lotar os cofres de dinheiro e com gastos mínimos.

Não bastasse que foi arrematada por valor menor que o lucro do ano anterior. E o valor do patrimônio dela? Instalações, equipamentos, redes de cabo de fibra? já que opera em todos os municípios do estado.

E ainda querem que seja o modelo ideal de privatização e de demissões, num momento que estamos com enormes crises, econômica e da pandemia e que metade da população está desempregada. É jogar a população trabalhadora em condições ainda mais precárias.

Esses são os planos da burguesia imperialista contra o povo brasileiro, entregar todo o patrimônio público do país para os capitalistas estrangeiros e nacionais o mais barato possível. Os números acima não mentem, é a pura realidade.

Por aí vemos que o povo não tem importância nenhuma para o governo burguês. Podem morrer pelo vírus, pela fome, por outras doenças, sem atendimento médico, sem emprego, sem previdência social, o que importa são os lucros das empresas privadas.

Esse povo trabalhador não pode esperar nada dos governos fascistas, é passada a hora de criar conselhos populares, estabelecer uma pauta de lutas, reverter todas as demissões durante a pandemia, reduzir a jornada de trabalho para 35 horas semanais, voltar a ter o auxílio emergencial com valor que garanta uma vida digna, no valor de 5 mil reais por mês, para todos os desempregados.

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