Mais neoliberalismo
Principal setor do imperialismo quer Biden no comando da Casa Branca.
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Imperialismo quer tirar Trump. | Reuters

Novos passos foram dados em torno da campanha do principal setor do imperialismo para eleger Biden, candidato democrata e principal defensor do neoliberalismo na corrida presidencial nos Estados Unidos.

Donald Trump, candidato a reeleição pelos republicanos teve  uma rede de dezenas de páginas de seus apoiadores derrubadas pelo Facebook, aliado do imperialismo no combate às “Fake News”, no último dia 6.

Não suficiente, Steve Bannon, ex-estrategista-chefe da Casa Branca sob o governo Trump, foi preso nesta quinta-feira (20) sob a acusação de desviar dinheiro de uma campanha de apoio à construção do muro entre os EUA e o México, prometido por Donald Trump em sua campanha eleitoral.

Cada crime do qual Bannon foi indiciado pode leva-lo à 20 anos de prisão. Independente do que aconteça com o ex-funcionário de Trump, o ataque a sua pessoa, um dos responsáveis pela última vitória eleitoral do republicano, é uma demonstração clara que o imperialismo está se movimento a passos largos de retirar Trump da Casa Branca.

Recentemente, aproximando-se das eleições, a propaganda entorno do “democrático” Biden ganhou força nos principais órgãos de esquerda, ainda mais com a nomeação de Kamala Harris, a primeira mulher negra-asiática-americana a concorrer em uma chapa presidencial importante nos EUA. Que alguns jornais especulam, devido a idade avançada de Biden, que Harris poderia ser a candidata democrata em 2024.

Toda  a propaganda identitária coloca em cima da candidatura é uma manobra clássica já feita com Obama e que, no ano onde estourou históricas mobilizações do movimento negro e fortes conflitos com os países atrasados, torna tudo ainda mais conveniente.

A manobra ainda conta com o apoio absurdo de Bernie Sanders, que se saiu em defesa da vice e declarou apoio a Biden nas eleições contra Trump. Dessa maneira, o principal setor do imperialismo vai em uma nova investida para reassumir com seu candidato o cargo de presidente, perdido desde as eleições de 2016.

 

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