Futebol brasileiro
Lembrando sua experiência no Flamengo, Jorge Jesus rasgou elogios ao melhor futebol do mundo.
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A passagem pelo Flamengo marcou o treinador português Jorge Jesus. | Foto: Alexandre Vidal/Flamengo/Fotos Públicas.

Para a surpresa dos detratores nacionais do nosso próprio futebol, o badalado Jorge Jesus afirmou com todas as letras a superioridade brasileira no esporte mais popular do mundo. O treinador português foi propagandeado por aqui como a prova cabal da superioridade técnica dos europeus durante uma curta passagem pelo Flamengo.

A tentativa de diminuir a importância e a qualidade do futebol brasileiro faz parte de uma campanha do imperialismo europeu. Subserviente, a burguesia nacional utiliza sua imprensa para reverberar teorias que tentam provar que o futebol mais vitorioso do mundo é inferior ao futebol “moderno” difundido na Europa.

Nesse contexto, é importante destacar o relato do português sobre o futebol brasileiro. Sua experiência no Flamengo marcou o treinador, que manifestou certo desânimo com o futebol português. O contato direto com a maior torcida do mundo fez com que o português se sentisse órfão da paixão dos torcedores brasileiros. Mais do que isso, destacou a importância da influência das torcidas no próprio rendimento dos times, tese exposta recorrentemente neste Diário.

Uma afirmação, no entanto, chamou mais a atenção por se confrontar diretamente com um mito propagado por parte da imprensa esportiva brasileira. Alguns jornalistas têm enorme cartaz para tecer elogios ao futebol inglês, que teria os campeonatos mais fortes e disputados do mundo. Uma farsa sustentada pelo poder econômico do imperialismo europeu.

Jorge Jesus foi taxativo ao afirmar que se o Campeonato Brasileiro fosse transmitido em Portugal, da mesma forma que o Campeonato Inglês, os portugueses veriam qual é o mais forte. O poder econômico inglês, além de importar grandes jogadores sul-americanos, investe pesado no marketing e na divulgação dos seus campeonatos. Isso confunde muita gente.

Centrada especialmente em desqualificar os treinadores brasileiros, a campanha contra o nosso futebol tem se expandido para os jogadores. Há algum tempo, tentaram nos convencer que só servíamos como produtores da “matéria-prima” do futebol, os jogadores. Agora, no desespero, tentam diminuir a superioridade até dos nossos jogadores.

O caso mais notável é o tratamento que Neymar recebe da mídia e das entidades do futebol europeu. Quem vive e gosta do futebol bem jogado, no entanto, continua se maravilhando com o futebol do melhor jogador de futebol do mundo na atualidade.

Se o futebol brasileiro tem problemas, isso não se deve aos nossos treinadores e jogadores. A falta de estrutura é um problema histórico e a CBF atua mais como sabotadora do que promotora do nosso futebol. Com maior investimento, maior retorno.

Além disso, como o português destacou, as torcidas devem ser valorizadas. E mais do que isso, devem ter papel ativo nas decisões dos clubes. São os maiores interessados na defesa do nosso futebol e aqueles que não estão dispostos a rifar nossos clubes.

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