Pandemia da COVID-19
Organização denuncia a mortandade de indígenas e a responsabilidade da SESAI e governo Bolsonaro.
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Índio Kakoma - Manaus
Indígena da etnia Kakoma enterra seu pai em cemitério do Parque Tarumã, Manaus. | Foto por: reprodução.

Segundo registros da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) o Brasil tem hoje carca de 871 mortes confirmadas em aldeais pela infecção por coronavírus. A organização contabiliza também o total de 38.467 indígenas infectados e 161 infectados com sequelas.

A APIB relembra e denuncia que o primeiro caso confirmado de contaminação em indígenas, foi na Amazônia, em Santo Antônio do Içá, no qual uma menina de 20 anos da etnia Kakoma foi infectada por um médico paulista da SESAI (Secretaria Especial de Saúde Indígena), órgão do governo federal. Hoje o Kakoma são o povo mais afetado pela pandemia, maior número de mortes.

Denunciam ainda que a organização tem sido um dos principais responsáveis pela disseminação da pandemia entre os indígenas, alertam para a falta de transparência nas informações e dados da evolução da contaminação e a falta de cuidado com os povos isolados.

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