COVID-19
Pandemia voltou a ter uma média de mais de mil mortes registradas por dia no país
This photo illustration show a syringe referring to the vaccine for fighting the coronavirus (COVID-19), with a representation of the virus in the background, photographed  In Rio de Janeiro, Brazil, on July 15, 2020. The Brazilian government announced agreements with the University of Oxford, in the United Kingdom, and with the Chinese company Sinovac and continues with the tests of the vaccine against Coronavirus (COVID-19) here in Brazil and may have its registration released in June 2021. (Photo Illustration by Allan Carvalho/NurPhoto via Getty Images)
Coronavírus | Foto: Reprodução
This photo illustration show a syringe referring to the vaccine for fighting the coronavirus (COVID-19), with a representation of the virus in the background, photographed  In Rio de Janeiro, Brazil, on July 15, 2020. The Brazilian government announced agreements with the University of Oxford, in the United Kingdom, and with the Chinese company Sinovac and continues with the tests of the vaccine against Coronavirus (COVID-19) here in Brazil and may have its registration released in June 2021. (Photo Illustration by Allan Carvalho/NurPhoto via Getty Images)
Coronavírus | Foto: Reprodução

Nesta quinta-feira (21), o Brasil registrou 1.335 novas mortes por COVID-19 e chegou a um total de 214.228 óbitos causados pela doença.

Conforme os dados do consórcio dos veículos de imprensa, com informações das secretarias estaduais de saúde, a média móvel de mortes no país chegou a 1.010 óbitos diários. Com tendência de alta, a variação da média de mortes foi de 16% em relação aos últimos 14 dias.

Já os casos confirmados foram 59.946 nesta quinta-feira (21), levando a um total de 8.699.814 diagnósticos positivos de COVID-19 no Brasil. Com isso, a média móvel diária de casos chegou a 53.386, o que aponta uma alta de 18% em relação às duas últimas semanas e tendência de alta no número de casos.

Ao todo, nove estados registram alta na média de mortes: Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso, Amazonas, Roraima, Tocantins, Alagoas, Pernambuco e Sergipe.

A cidade de Manaus, no estado do Amazonas, continua com um alto índice de contaminação e mortes de vítimas do novo coronavírus

No Amazonas, que há uma semana viu seu sistema de saúde entrar em colapso e os estoques de oxigênio se esgotarem, a média de mortes saltou de 12 óbitos diários para 118 ao longo do último mês.

Os estados que estão com a tendência de mortes estável são: Rio Grande do Sul, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Goiás, Pará, Roraima, Bahia, Maranhão e Piauí.

Já as unidades federativas que apresentam tendência de queda são: Paraná, Santa Catarina, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Acre, Amapá, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte.

Conforme os dados do Ministério da Saúde, os estados mais impactados pela pandemia no país em números absolutos de casos e mortes continuam sendo São Paulo e Rio de Janeiro. Em São Paulo, são quase 1,7 milhão de casos e 50,9 mil mortes por COVID-19. Já no Rio de Janeiro, são cerca de 494 casos confirmados e 28,4 mil óbitos.

O Rio de Janeiro tem a maior taxa de mortalidade do país, com 164,7 mortes a cada 100 mil habitantes. Logo em seguida vem o Amazonas, com uma taxa de 163 óbitos a cada 100 mil pessoas.

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