Um salto mortal
De 3.013.369 relatados pelo Ministério da Saúde há duas semanas, passamos para 3.544.389 de casos e 113.678 mortes confirmadas, nesse sábado (22)
Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
Manaus 06/05/2020 - Cenas dos leitos semi intensivos do hospital Platão Araujo sob responsabilidade do Governo de Manaus. Foto Jonne Roriz/Veja
Hospital Platão Araújo, em Manaus: entre os pacientes, um cadáver envolto em plástico | Créditos: Jonne Roriz/VE

Como resultado da política desastrosa dos governos federal, estaduais e municipais, em apenas duas semanas houve uma evolução de meio milhão de casos de COVID-19 no país. De 3.013.369 relatados pelo Ministério da Saúde há duas semanas, passamos para 3.544.389 de casos e 113.678 mortes confirmadas, nesse sábado (22), conforme relato da imprensa burguesa.

Ainda de acordo com a imprensa, nos últimos 7 dias a média diária de mortes foi de 983 (dados computados até sexta-feira, 21), com 31.391 novos casos registrados e 1.031 óbitos nas últimas 24 horas. Conforme divulgado pela imprensa, além do Distrito Federal, MG, RJ, GO, AM, BA e RN apresentaram alta de mortes no balanço de sexta.

De acordo com os dados obtidos no dia 8 de agosto, o país chegara a 3 milhões de infectados, e hoje já são 3,5 milhões, segundo dados registrados até as 8h de sábado (22). Pode-se depreender que, em duas semanas, ganhamos meio milhão de infectados, revelando como o ritmo de contágio está absurdamente elevado e totalmente fora de controle. Isso tudo é o resultado da falta de um programa de combate à pandemia, da completa falta de vontade política dos governos.

Evidentemente, essa situação de completa calamidade pública ocorre devido à política completamente desastrosa dos governos federal, estaduais e municipais que tinham como única solução para a crise o “fique em casa”, mas que logo adotaram – sob pressão da burguesia – a reabertura total da economia, ao invés de terem um programa mínimo de saúde pública para atender à população.

Ao invés de colocarem em prática uma efetiva operação contra o coronavírus, com testes em massa, estatização dos hospitais, aumento imediato das verbas para a saúde, aumento do número de instalações e equipamentos, produção e distribuição de álcool e máscaras, construção de abrigos para os moradores de rua etc., os governos adotaram uma política criminosa levada a cabo pela burguesia.

Enquanto a saúde não recebeu 1/4 do prometido pelo fascista Jair Bolsonaro, os bancos ganharam R$ 1,2 trilhão. É preciso destacar que toda a direita – desde a “civilizada” até Bolsonaro – é responsável por essas milhares de mortes e toda essa situação de calamidade. A completa falta de política para a população está lotando os cemitérios ao passo que diversos setores da burguesia estão lucrando com tudo isso, como é o caso dos bancos. Por isso é preciso derrubar Bolsonaro e todo o regime golpista, do qual a direita “civilizada” é sua principal liderança.

Compartilhar no facebook
Compartilhe no seu Facebook!
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no telegram
Telegram
Compartilhar no email
Email
Compartilhar no reddit
Reddit
Compartilhar no facebook
Compartilhe
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
Relacionadas