Crise
Um cenário caótico que é consequência do desenvolvimento da crise capitalista e do golpe de Estado
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O número de desempregados não para de crescer | Foto: Reprodução

Nada indica que estamos a caminho de sair da imensa crise econômica que se abate sobre os países do mundo inteiro e, de forma ainda mais dura, sobre os países de capitalismo atrasado, que estão sob o julgo dos países imperialistas. Os indícios mostram, isso sim, que a economia capitalista caminha a passos largos para o abismo.

O mais recente indício nesse sentido é que o Brasil atingiu a marca de 14, 4% de pessoas desempregadas. Esse é o número com o qual o país encerrou o trimestre em agosto. Foi a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua) que chegou a esse resultado, que consiste no maior número de desempregados da série histórica.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), isso significa que 13,8 % da população brasileira está em busca de um emprego. Outro numero de fazer os olhos arregalaram é que o Brasil perdeu 12 milhões de empregos em apenas um ano: trata-se de um recorde catastróficos.

Mas também é preciso lembrar que esses dados são maquiados, justamente para disfarçar o fato de que o número de desempregados é muito maior. A Pnad Contínua só considera como desocupado apenas quem está procurando emprego. Muitos desses que não estão colocados como desempregados na pesquisa, na verdade estão em trabalhos informais. Isso significa que a catástrofe é muito maior do que pode parecer.

Esse cenário caótico é consequência do desenvolvimento da crise capitalista, que só foi acentuada com a pandemia. A imprensa burguesa tem utilizado o argumento de que isso é resultado da situação pandêmica, mas isso não é fato, embora a grave crise sanitária tenha acelerado o processo.

Também é preciso lembrar que tal situação também está intimamente relacionada com a política de terra arrasada dos golpistas, pois o golpe já vinha se revelando um impulsionador do desemprego no país.

Tudo isso mostra que não há outra solução para o problema do desemprego: é preciso impulsionar a luta pela derrubada do governo ilegítimo de Bolsonaro, por um governos de trabalhadores, pela jornada de trabalho de 35 horas semanais.

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