Futebol moderno
A ida de Rogério Ceni para o Flamengo só demonstra uma realidade: a superioridade do futebol brasileiro diante do europeu
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Rogério Ceni, novo técnico do Flamengo | Alexandre Vidal

Para quem é flamenguista e tem alguma ideia do que está acontecendo com o futebol brasileiro, era insuportavelmente chato ficar ouvindo elogios aos técnicos europeus, seja Jorge Jesus e, recentemente, Domenec Torrent. Quando o próprio Flamengo e o Brasil, todo, tem milhares de técnicos espetaculares, tipo exportação.

Quando a diretoria viajou para a Europa, para trazer o assistente de Guardiola (ele próprio um amante do futebol brasileiro), ficava a pergunta óbvia: porque não um Luxa, o Ceni, o Andrade, Joel, que treinou todos os grandes cariocas? Só respondiam que se era da Europa, era bom. 

É igual uma campanha que eu ouvia, quando moleque, contra a indústria nacional, o “made in Brazil.”. Uma ladainha chata, conservadora e que só ajuda a manter o controle do país nas mãos dos imperialistas.

Torrent conseguiu levar muitos gols e abrir uma crise no Flamengo, que já tinha uma revolta entre os jogadores por conta das práticas do novo técnico europeu. Diante da abertura da crise, começou a especulação de um novo nome europeu, ou, o que é pior, um argentino!

O nome de Ceni teria vindo, em parte pelo menos, dos próprios jogadores. Um argumento, até elementar, é que o cara ganhou tudo, como jogador, conhece as quatro linhas e é um técnico brasileiro. Efetivamente jogou (e bem) futebol, com os melhores de sua época. E os melhores sempre são os brasileiros. Não dá para engolir a história do futebol europeu como o que há de mais importante e melhor a ser observado, até porque isso é mentira. 

Não fosse assim, a diretoria do Flamengo teria viajado, de novo, atrás de outro desconhecido europeu para treinar o Flamengo, um outro técnico desconhecido, mas europeu, e isso que importa. Mas melhor não arriscar, e apostar no que pode, mesmo, dar certo. Se eles tivessem viajado, de novo, e viesse outro desconhecido para perder mais jogos, a torcida do Flamengo traria até Iranildo “Chuchu” para treinar o time.

Particularmente acho que seria mais justo trazer o Andrade, campeão mundial, negro, prata da casa, campeão brasileiro em 2009 e que assumiu como interino um time cheio de problemas. Mas enfim, que pode um torcedor diante de uma diretoria como essa? Também aí a importância das torcidas organizadas.

Eu acho que foi um ponto positivo a ida de Ceni para o Flamengo, para o futebol brasileiro de conjunto, especialmente quando já foi cogitada a ida de um europeu para treinar a própria seleção brasileira.

Os times brasileiros, todos, deveriam apostar nos brasileiros, finalmente, são os que fazem o melhor futebol do mundo, sempre foi assim. Parece que não porque a imprensa faz muita força para a gente ver do contrário, e a esquerda acompanha, como de costume.

Mas o que conta é a realidade, e é por isso a “toda poderosa” diretoria do Flamengo correu atrás de Rogério Ceni, um nome óbvio para quem acompanha o futebol e não está tão envenenado pela imprensa capitalista.

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