Frente cada vez mais ampla
Burocrata do PSOL defende qualquer candidato que possa vencer o candidato apoiado por Bolsonaro, Arthur Lira (PP)
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SP - ELEIÇÕES / GUILHERME BOULOS / PUC / SÃO PAULO / VOTO - POLÍTICA - O candidato a prefeito de São Paulo, Guilherme Boulos (PSOL), durante votação na Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP), localizada na Rua Monte Alegre em Perdizes, neste domingo (15).  15/11/2020 - Foto: RENATO GIZZI/AGÊNCIA O DIA/AGÊNCIA O DIA/ESTADÃO CONTEÚDO
Guilherme Boulos | Foto: Divulgação/Estadão

Guilherme Boulos (PSOL), aquele que assinou manifestos com Armínio Fraga, Fernando Henrique Cardoso, Demétrio Magnoli e outros tantos direitistas, deu mais um passo para consolidar a sua política de colaboração aberta com a direita golpista. Dessa vez, menos de um mês após sair de uma eleição em que recebeu o apoio de Ciro Gomes e Marina Silva, o burocrata do MTST defendeu voto no candidato de Rodrigo Maia (DEM) nas eleições para a mesa diretora da Câmara dos Deputados.

A defesa “emocionada” de Boulos do candidato apontado por Maia aconteceu em entrevista cedida à DCM TV na última quinta-feira (17). Ao ser perguntado sobre sua posição em relação às eleições na Câmara, Boulos afirmou ser a favor de uma candidatura de esquerda apenas no primeiro turno: “a eleição da Câmara tem dois turnos. A esquerda precisa, sim, ter um candidato próprio”. No entanto, logo depois, deixou claro que, no segundo turno, a esquerda deveria apoiar o candidato capaz de vencer Artur Lira (PP). E o único candidato que poderia fazer isso é o candidato de Rodrigo Maia:

Nós sabemos qual é a correlação de forças na Câmara, não adianta nós nos iludirmos. Nós não temos maioria, a esquerda não tem força suficiente para ganhar a eleição da presidência da Câmara. (…) no segundo turno da eleição da Câmara, eu acredito que o papel da esquerda é atuar para barrar a candidatura apoiada pelo Jair Bolsonaro, que é representada hoje pelo Arthur Lira.

Vamos lembrar que quem for eleito agora presidente da Câmara será presidente até 2022, inclusive nas eleições de 2022. Se o Bolsonaro ganhar as eleições da Câmara agora, a possibilidade que ele tem de impor uma agenda profundamente autoritária — ele já falou inclusive que quer retomar o excludente de ilicitude, que seria uma forma de ampliar a violência, o extermínio praticado pelas forças de segurança no Brasil, e uma série de outras pautas de extrema-direita que a gente conhece, de restrições a ambientes e liberdades democráticas —, isso seria uma derrota muito grande.

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