Bolsonaro usa primeira-dama para fazer demagogia, mas seu governo será de ataques às mulheres

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No 1º dia deste ano, ocorreu a posse do presidente, ilegítimo, Jair Bolsonaro. Fruto do golpe e da fraude, seu governo será marcado por uma série de ataques a classe trabalhadora, em especial as mulheres, conforme pode ser percebido em diversas declarações suas e de seus aliados.

A posse de Bolsonaro foi marcada por uma série de demagogias, como se pode perceber, por exemplo, no discurso de sua esposa, Michelle que, ao utilizar a linguagem de sinais -libras- tentou passar o viés de um futuro governo inclusivo, quando, na verdade, será de total ataque a classe trabalhadora. Outro destaque foi seu discurso, que foi realizado primeiro que seu marido. O que parecia, aos tolos, uma inovação, nada mais foi do que um jogo estúpido de marketing, visto que, para o capacho do imperialismo, lugar de mulher é nas atividades do lar, como pregam os estúpidos direitistas, como ele.

Entre seus aliados nesse governo, encontram-se mínimo número de mulheres. Dentre as presentes, destacou-se Damares Alves, “ministra da mulher”. Ela tem como principal meta a criminalização total do aborto, inclusive em casos de estupro. Não bastasse o absurdo, deu continuidade, propondo o “bolsa estupro”, que concede uma miséria às mulheres, para que cuidem de seus filhos, atacando, totalmente, o direito fundamental e inegociável a qual todas deveriam ter pleno gozo: a decisão sobre o que é mais conveniente a seu corpo e sua vida.

O governo fraudulento de Bolsonaro é um retrocesso nos direitos da classe trabalhadora, em especial as mulheres. Para tanto é fundamental a persistência na organização das mobilizações populares. O pleito esclareceu, o caráter fraudulento de todo processo, desde a retirada de Lula da concorrência, até as alterações nas urnas eletrônicas fica, então, evidente, que a única maneira de derrotar o golpe é nas ruas. Fora Bolsonaro e todos os golpistas! Liberdade para Lula!