Auxílio Emergencial
Jair Bolsonaro quer reduzir o alcance do benefício dos atuais 66 milhões para 21 milhões de pessoas, reduzir seu valor e extingui-lo.
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Bolsonaro e o ministro da Economia Paulo Guedes. | Isac Nóbrega/PR

O governo Jair Bolsonaro (ex-PSL, sem partido) estuda reduzir o número de beneficiários do Auxílio Emergencial, estabelecido no começo da pandemia para a população. A ideia é reduzir dos atuais 66 milhões para 21 milhões.

Além de reduzir o número de beneficiários, Bolsonaro quer reduzir progressivamente os valores do auxílio e cessar o quanto antes seu pagamento.

Uma das propostas é a edição de uma Medida Provisória e um decreto para oferecer mais uma parcela de R$ 600 em setembro e duas de R$ 300 nos meses de outubro e novembro.

Outra proposta é conceder mais quatro parcelas de R$ 300 (setembro a dezembro).

O presidente fascista disse que quer reduzir o valor do auxílio e reclamou do peso do benefício de R$ 600 em termos orçamentários. Bolsonaro quer um “meio-termo” entre o valor atual de R$ 600 e os R$ 200 defendidos por ele e sua equipe econômica.

 

 

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