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Call Centers
Bolsonaro quer matar os trabalhadores de call center
Decreto, do reacionário e ilegítimo Bolsonaro, que passar a considerar serviços de call center essencial será fatal para os trabalhadores
Call Centers
Bolsonaro quer matar os trabalhadores de call center
Decreto, do reacionário e ilegítimo Bolsonaro, que passar a considerar serviços de call center essencial será fatal para os trabalhadores
Faixa de prostesto.
Faixa de prostesto.

O governo reacionário ilegítimo Bolsonaro, através de mais um decreto, declara que os setores de call center passam a ser essenciais e, nesse sentido tenta resolver os problemas dos setores do qual o governos representa: os capitalistas. Para os trabalhadores call center tal medida será fatal.

Devido as manifestações dos trabalhadores, os empresários passaram a contar, imediatamente, com o seu fiel aliado, no qual apoiaram através do financiamento no golpe de Estado.

Os trabalhadores de call center realizaram, na última semana, paralisações em várias capitais do país contra as péssimas condições de trabalho, principalmente nesse momento de pandemia do coronavírus, em que os funcionários estão sem qualquer tipo de material de higienização, muito menos insumos básicos para a limpeza do ambiente. Os funcionários, exercem as suas funções, sem que seja obedecida as norma de segurança, quando o trabalhador deveria estar, no mínimo, a um metro de distância do outro companheiro; os locais de trabalho não são arejados, sem a devida ventilação; nos refeitórios os funcionários dividem um espaço mínimo e de grande aglomeração, etc., além disso, segundo declarações dos próprios funcionários, a empresa faz descaso sobre as orientações do Ministérios da Saúde e ainda os ameaça com demissão por justa causa em caso de falta ao trabalho.

Nas manifestações dos trabalhadores as faixa expressam bem qual o sentimento de descaso dos patrões: “não queremos morrer” dizia uma das faixas contra as péssimas condições de trabalho, além disso muitos trabalhadores estão com suspeita de já terem contraído o coronavírus e, os patrões não querem nem saber e mandam trabalhar assim mesmo. É um verdadeiro absurdo o que esses trabalhadores estão sofrendo nos seus locais de trabalho. No último dia 20 de marco 37 mil trabalhadores de uma das principais empresas de call centers, Almaviva do Brasil, cruzaram os braços contra as faltas de medidas dos patrões em relação à pandemia. Em nota a empresa diz que “não está medindo esforços para garantir a segurança de seus colaboradores nesse momento de pandemia”. (site Uol 21/03/2020) Mas para os trabalhadores é só conversa para boi dormir, nenhum esforço está sendo minimamente feito para resolver os problemas. Para os donos dessa empresas, e o nome já é bastante sugestivo: A alma que viva, mas o corpo dos trabalhadores que apodreça, para que os empresários continuem lucrando às custas do genocídio dos trabalhadores e da população.