Política oficial da morte
O presidente fascista Jair Bolsonaro já deixou claro qual sua política em relação ao combate a pandemia: o genocídio
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Bolsonaro está contente com a siuação | Foto: Alan Santos/PR

O presidente fascista Jair Bolsonaro já deixou claro qual sua política em relação ao combate a pandemia: o genocídio.

Uma expressão disso é o caso de que em sua última ”live” por internet, ele comentou por sua conta do Facebook, nesta quinta-feira dia 6, sobre os dados de empregos divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que mostraram perda recorde de 8,876 milhões de pessoas ocupadas no mercado de trabalho entre abril e junho, no pico do vírus.

Como exemplo de Estado afetado pela crise econômica decorrente da doença, ele citou o Rio Grande do Sul, estado governado por Eduardo Leite (PSDB):

“Eu sei que economia se recupera e saúde, não. Mas tem de fazer a conta.”

Debochou, o presidente genocida, do estado que hoje conta com 78 mil casos confirmados e cerca de 2.231 mortos até o fechamento desta matéria.

Bolsonaro aproveitou a oportunidade para seguir atacando prefeitos e governadores que adotaram medidas de restrição e isolamento social, recomendações médicas básicas diante da pandemia mundial.

Na referência ao RS, zombou do fato da doença atualmente estar se propagando de maneira cada vez mais rápida:

Ficou fechado por quatro meses e arrebentou a economia do Rio Grande do Sul. Vai ficar mais quatro meses agora?

Ele também citou seu adversário na fraude eleitoral de 2018, o ex-prefeito de São Paulo, ex-ministro da educação e integrante da frente ampla Fernando Haddad (PT):

Aquele outro cara, se tivesse ganho, apoiaria a medida do fecha tudo?

Perguntado sobre o número macabro de 100 mil óbitos, Bolsonaro fez pouco caso e disse que a vida segue em frente:

A gente lamenta todas as mortes, vamos chegar a 100 mil, mas vamos tocar a vida e se safar desse problema.”

Está evidente que Bolsonaro não lamenta as mortes, muito pelo contrário, saboreia cada óbito com o mesmo sorriso e alegria que teve quando disse para seus eleitores que ‘” a ditadura militar precisaria matar 30 mil”. Mas esse era o Bolsonaro enquanto deputado. O Bolsonaro presidente não se contenta com 100 mil mortos, ele quer muito mais.

Se já foram 100 mil, Bolsonaro trabalhará o mais forte possível para no futuro próximo chegar a 200 mil, 300, passar os Estados Unidos do seu chefe Donald Trump e quem sabe alçar o posto de maior chefe de estado genocida atualmente.

O coronavírus é uma ferramenta nas mãos da burguesia para exterminar o povo e fazer sua limpeza étnica. Mortes de velhos para aliviar a conta da previdência. Mortes de pobres e negros para controle populacional, etc. Vale tudo.

Na prática, Bolsonaro aproveita a pandemia para impor o genocídio que sempre quis executar. A única forma de parar isso é derrubar todo o seu governo.

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