Dilema do abono salarial
O governo fascista tenta justificar a maldade desta vez no abono salarial com os problemas no cadastro eSocial
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Trabalhador temporário em Brasília | Autor: Pedro França/Agência Senado

A criação do eSocial pelo governo fascista segue a lógica de prejudicar os trabalhadores que dependem do abono salarial. O eSocial é um sistema que foi desenvolvido para unificar as informações do turnover (entrada e saída) de trabalhadores, que em função de múltiplas situações perdem seus empregos. Unificar informações neste governo fascista de incompetentes significa esfacelar a vida social dos trabalhadores

Por mais que digam os técnicos da Secretaria do Trabalho que as informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e à Relação Anual de Informações Sociais (Rais) serão melhores tratadas neste cadastro do eSocial, para analisar a situação trabalhista no Brasil, os trabalhadores devem ficar de olhos abertos e preparados para lutar pelos seus direitos. O perigo da unificação é que as informações enviadas pelos empregadores gerarão mais ruídos que facilidades para recebimento do abono salarial. Um exemplo é que a Rais de 2019 apresentou problemas na base dados. Em muitos casos as empresas ainda não se adequaram oportunamente e isto pode refletir no não pagamento do abono salarial.

Para receber o abono salarial, o trabalhador precisa atender o condicionante de pelo menos 5 anos de cadastro no Programa de Integração Social (PIS), além de ter que estar trabalhando pelo menos há 30 dias consecutivos ou não, de acordo com o ano-base para apuração do direito. Não bastam só estes condicionantes, o objetivo é perturbar a vida do trabalhador com burocracias nefastas e sistemas incompatíveis que tentam barrar direitos garantidos pela constituição (Parágrafo 3 Artigo 239 da Constituição Federal de 1988).

O que causa maior pavor é que existem riscos dos trabalhadores terem seus direitos violados, através do atraso ou o não pagamento do abono salarial devido a bagunça do eSocial. Pela primeira vez em 50 anos de existência, o abono salarial pode ser mais uma banalidade cometida intencionalmente pela política repressora do governo fascista. O desleixo (ou tô nem aí!) do governo fascista, do tal Presidente Bolsonaro (ex-PSL), reforça o coro dos trabalhadores com o “Fora Bolsonaro e Todos os Golpistas!”.

São tantos problemas na migração de dados entre Caged e Rais para eSocial que o buraco é mais embaixo. Qual o sentido de migrar para outro ambiente de cadastro dos trabalhadores, uma vez que, os sistemas que vão alimentar a nova plataforma são inconsistentes? Só na hora que o trabalhador vai solicitar o abono é que ele descobre que seus dados não foram atualizados… Isto é uma bagunça!

Portanto, não existe de fato confusão no processo de migração dos dados, na verdade este governo fascista incompetente, que é mal intencionado, quer ver os trabalhadores sofrerem. As justificativas são diversas, relacionando o problema à base de dados, mas eles não pensem que isso vai ficar assim. A luta contínua até o fim deste governo maléfico, pelo fora Bolsonaro, anulação de todos os processos de Lula, e o direito de candidatura do ex-presidente.

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