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Com a mobilização nacional contra as medidas do governo ilegítimo de Bolsonaro na última quarta-feira, ficou claro que o bolsonarismo está na corda bamba. A insatisfação popular tem ganhado grandes proporções, a movimentação que se iniciou a partir do ataque contra as universidades federais e a educação de conjunto, deram início a um momento significativo contra Bolsonaro.

Seguindo a lógica golpista instalada no País desde 2016, Bolsonaro tenta dar continuidade às medidas antipopulares e de ataque frontal contra os trabalhadores. Com pouco tempo de governo, o caráter que tem se demonstrado é que o mesmo é frágil e conturbado, isso é denotado na crise interna da burguesia. Tendo esse impasse, é dever da esquerda estar organizada diante de uma política que direcione a luta para a derrubada desse governo que já está em crise.

As manifestações que se realizaram mostram o caminho a ser seguido: é somente por meio da mobilização popular que o governo ilegítimo de Bolsonaro será derrotado. Os grandes atos colocaram o bolsonarismo em cheque, encaminhando para um acirramento da crise e impulsionando ainda mais as mobilizações, que predominantemente pediam pela saída do representante da extrema-direita fascista.

A cada passo dado, o governo Bolsonaro perde sua base social e se torna cada vez mais enfraquecido, além da pressão por parte da própria burguesia que ameaça substituí-lo por Mourão, e ao mesmo tempo ameaçado de ser derrubado pelo povo. Nesse momento, a situação política é decisiva, por isso o caráter das mobilizações não podem cair no conto das lutas parciais, mas é preciso levantar o Fora Bolsonaro e a Liberdade Para Lula.

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