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ONU
Bolsonaro lamenta morte de policiais e promete mais repressão
De forma cínica, Bolsonaro pinta para os ouvintes na reunião da ONU um Brasil que não existe, nem em questão de segurança, nem de preservação do meio-ambiente.
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ONU
Bolsonaro lamenta morte de policiais e promete mais repressão
De forma cínica, Bolsonaro pinta para os ouvintes na reunião da ONU um Brasil que não existe, nem em questão de segurança, nem de preservação do meio-ambiente.
Jair Bolsonaro na ONU. Foto: Yana Paskova/Reuters.
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Jair Bolsonaro na ONU. Foto: Yana Paskova/Reuters.

Da redação – Em seu discurso na ONU, o presidente golpista Jair Bolsonaro parece estar falando de outro País, que não o Brasil, na maior parte do tempo. Além rechear suas falas com diversos argumentos baseados em Deus e na religião, Bolsonaro fala como um puro conservador, um legítimo falso moralista que quer fazer do Brasil uma nação cristã.

Em meio à polêmica morte da menina Ágatha Félix, de apenas 8 anos, pelas mãos da polícia genocida do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, Bolsonaro resolve lamentar a morte de policiais em “confronto” com bandidos e afirma que “esse quadro está mudando”, afirmando que ações como esta continuarão acontecendo.

Bolsonaro afirma que conseguiu reduzir em mais de 20% o número de homicídios somente nos primeiros 6 meses de seu governo, contudo, os dados são bem diferentes, além dos policiais continuarem morrendo, a população pobre vem sendo cada vez mais afetada e morrendo cada vez mais nas mãos do principal aparato de repressão do Estado, a polícia. Bolsonaro ainda afirma que: “hoje o Brasil está mais seguro e ainda mais hospitaleiro”, se vangloriando por ter tirado a necessidade de visto para norte-americanos e japoneses, por exemplo, visitarem o Brasil.

Muito provavelmente, o que o presidente fascista quis dizer é que o Brasil está cada vez mais seguro para a burguesia e para os grandes empresários estrangeiros, mas, de forma alguma, seguro para a população trabalhadora, que é alvo constante dos ataques dos fascistas.