Profundo ataque a juventude
Controle bolsonarista nas federais crescem exponencialmente, é necessário reagir.
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A intervenção comprova a necessidade de um governo tripartiti. | Intercept

Em levantamento realizado pela revista Carta Capital, constatou-se que até o momento, 14 universidades já sofreram da intervenção do governo federal, tendo seus resultados eleitorais ignorados.

Os exemplos correm todo país. Na UFRGS, a principal universidade do Rio Grande do Sul, fora nomeado o terceiro colocado na eleição para reitoria, do outro lado da federação, no estado do Pará, a Unifesspa viu em suas eleições um reitor que teve apenas 6,9% dos votos ser colocado no lugar do primeiro colocado, que obteve 84,4% de toda votação.

O mesmo se repete no Rio Grande do Norte, onde tanto a IFRN quanto a UFERSA estão sofrendo da intervenção bolsonarista. Já em Santa Catarina foi o caso do Instituto Federal que teve se reitor eleito, Gariba Jr, retirado do cargo antes mesmo de assumir pela ação do governo bolsonarista.

A ação nos estados tem como intuito o ataque a toda e qualquer democracia e organização independente da comunidade acadêmica, ou seja, principalmente pela juventude. Com a intervenção nas universidades e institutos federais, o governo de Jair Bolsonaro poderá implementar com muito mais facilidade seus ataques contra a juventude. Seja em relação ao EAD, ou a volta às aulas neste momento imediato, como também fortalecer um controle ditatorial sobre as instituições.

A posse da reitoria permite ao reitor um controle quase imperial em cima da comunidade acadêmica. Logo, as próprias eleições já abrem margem para serem oficialmente fraudadas ou ignoradas, dado ao fato de que o governo federal pode escolher o nome do reitor, independente do resultado eleitoral.

Contudo, mesmo com esta liberdade para  governo sempre tendo existido, o governo de Jair Bolsonaro é disparado o com o maior número de intervenções. As mais de 14 em todo país dão uma demonstração sobre o avanço do bolsonarismo, como também da necessidade da juventude e de todo movimento estudantil se organizar contra esta ofensiva.

O controle fascista precisa ser quebrado e a comunidade acadêmica precisa ter o direito de decidir. Assim, a formação de um governo tripartiti se mostra cada vez mais necessária.

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