Capacho do imperialismo
Após ir aos EUA, Bolsonaro demonstra novamente sua submissão ao país imperialista
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Mar a Lago - Flórida, 07/03/2020) Donald Trump recebe a visita do Senhor Presidente da República Jair Bolsonaro em visita oficial aos EUA Foto: Alan Santos/PR
Bolsonaro e Trump. Foto: Alan Santos/PR |

Na sexta-feira, dia 6 de março, o presidente legítimo da Venezuela, Nicolás Maduro, acusou o governo dos Estados Unidos de estar empurrando o Brasil para um conflito armado contra a Venezuela:

“Pedimos aos setores democráticos, humanistas, ao povo do Brasil e às forças militares que detenham qualquer aventura de Jair Bolsonaro, em coordenação com Donald Trump, contra a Venezuela.”

“Na casa Branca foi decidido um plano para trazer a guerra, o terrorismo, para desestabilizar e encher a Venezuela de violência, para escalar um conflito armado e justificar uma intervenção militar no nosso país.”

Junto com essas colocações, Maduro também denunciou novamente o embargo econômico unilateral que vem vem causando falta de alimentos e de remédios desde sua implantação.

Outras atitudes que demonstram o alinhamento de Bolsonaro aos Estados Unidos para encurralar a Venezuela são a retirada de 6 diplomatas e 11 funcionários da embaixada e de dois consulados do Brasil na Venezuela. A medida prejudica cerca de 10 mil pessoas que vivem na região e não poderão mais ter acesso aos serviços consulares.

Está em andamento também um acordo militar que alia empresas brasileiras e estadunidenses para o desenvolvimento do setor de defesa de ambos os países. Embora não se saiba quando será aprovado — uma vez que isso depende da aprovação dos congressos dos dois países —, fica explícita a submissão, mais uma vez, do governo brasileiro, que estará se dispondo a enviar brasileiros para morrer na Venezuela em caso de um conflito armado. 

Mais uma vez, Bolsonaro demonstra que é um completo capacho de Trump e do imperialismo. No começo de 2019, o presidente ilegítimo reconheceu Juan Guaidó — outro capacho do imperialismo — como presidente da Venezuela logo após esse ter se “autodeclarado” presidente do país.

O imperialismo não vai parar até conseguir derrubar Maduro e o chavismo do governo venezuelano. A Venezuela é mais um exemplo de luta e resistência do povo latino americano aos ataques fascistas e deve ser tomada como exemplo e apoiada por toda a esquerda.

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