Nacional
Um dos principais pontos apontado por estudo da FGV para a queda na renda está na redução da jornada de trabalho com redução de salários
Revista Veja
Matéria: Presidente da República recebe os novos Embaixadores
Personagem: Jair Bolsonaro, presidente da República
Foto: Cristiano Mariz
Data:04/06/2019
Local: Palácio do Planalto-  Brasília - DF
Renda média dos brasileiros caiu de R$ 1.118,00 para R$ 893,00 durante a pandemia | Foto: reprodução
Revista Veja
Matéria: Presidente da República recebe os novos Embaixadores
Personagem: Jair Bolsonaro, presidente da República
Foto: Cristiano Mariz
Data:04/06/2019
Local: Palácio do Planalto-  Brasília - DF
Renda média dos brasileiros caiu de R$ 1.118,00 para R$ 893,00 durante a pandemia | Foto: reprodução

O primeiro trimestre da pandemia do novo coronavírus provocou uma perda média de 20,1% na renda dos brasileiros, baixando o valor de R$ 1.118 para R$ 893 mensais. No cálculo, consideram-se mercados formal e informal e também a parcela de trabalhadores sem emprego.

No período, o coeficiente de Gini, usado para mensurar o nível de desigualdade social, aumentou 2,82%. Os dados foram apresentados pela pesquisa Efeitos da pandemia sobre o mercado de trabalho brasileiro da Fundação Getulio Vargas (FGV), informou Agência Brasil.

Conforme o estudo, tanto a queda média na renda como o índice Gini atingiram nível recorde quando analisadas variações da série histórica, iniciada em 2012. Enquanto os mais pobres viram a renda encolher 27,9% – de R$ 199 para R$ 144 -, o impacto foi de 17,5% – de R$ 5.428 para 4.476 -, entre os 10% mais ricos do país.

Os pesquisadores atribuem a queda de mais de um quarto da renda à redução da jornada de trabalho, que foi de 14,34% na média nacional, e a outros fatores, como a própria diminuição na oferta de vagas. A taxa de ocupação, isto é, a parcela da força de trabalho que possui um emprego, também caiu 9,9%.

O estudo afirma que a situação pesou mais entre indígenas, analfabetos e jovens de 20 a 24 anos. De acordo com os pesquisadores, mulheres foram mais afetadas, com 20,54% de queda na renda, contra 19,56% dos homens.

Sputnik.

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