Informalidade bate recorde
Com três anos de golpe, o desemprego faz a informalidade ultrapassar 50% dos trabalhadores ativos no país
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Presidente ilegítimo e golpista ri dos trablhadores. Foto: Veja/ Abril |

Depois de quase três anos de golpe, que derrubou a presidenta eleita Dilma Roussef (PT), o ataque aos trabalhadores vem sendo intensificado com aumento da taxa de informalidade no mercado de trabalho brasileiro, que nesse mês atingiu 41,1%.

De acordo com as informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é o maior nível desde 2016, batendo recorde em 20 unidades federativas do país. Esse é o resultado da política do golpe de Estado, que  conscientemente destruiu o País.

Somando os trabalhadores na economia informal, mais os desempregados e mais os desalentados (pessoas que desistiram de procurar emprego), o número corresponde a mais de 50 % da mão de obra economicamente ativa.

Diante do aumento exponencial da informalidade e do desemprego no país, é preciso reduzir a jornada de trabalho para 35 horas semanais (sem redução de salários), como um dos mecanismos para criar milhões de empregos.

Quem tem que pagar pela crise são os capitalistas, pois são eles os responsáveis pelo caos que se instalou no Brasil, que promoveram o golpe para alimentar a sanha do imperialismo. Querem jogar toda a conta nas “costas” do trabalhador, com a “reforma” da Previdência e a terceirização.

Tudo isso é parte da política de rapina. Por isso, é hora dos trabalhadores que ainda estão empregados se juntarem aos petroleiros e outras categorias em greve e lutar contra as privatizações promovidas pelo governo Bolsonaro. É preciso dizer “fora Bolsonaro e todos os golpistas!”

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