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Na verdade, Bolsonaro é a caricatura da extrema-direita. Paga de valentão, porém se ofende com a facilidade que uma boneca de porcelana se quebra. O candidato do faz e acontece foi se esconder embaixo das saias da Justiça, processando por calúnia Ciro Gomes e Jean Wyllys.

Bolsonaro está chateado com algumas entrevistas que Jean Wyllys fez o citando. E na queixa-crime contra Ciro Gomes fala que ele “agiu dolosamente, com especial fim de ofender a honra alheia: a deliberada distorção do ocorrido teve como objetivo precípuo causar danos à imagem e à ótima reputação” do deputado. Vindo de um valentão chega a ser engraçado que ele tenha se sentido, literalmente, ofendido.

Essa atitude de Bolsonaro de hora fazer ameaças, inclusive com insinuações de estupro, porradas, defendendo torturas e chacinas e hora se fazendo de vítima é o perfeito retrato da extrema-direita. Os “bolsominions” seguem à risca essa personalidade. Basta lembrar da conhecida “batalha da UFPE”, em outubro do ano passado, em que os estudantes colocaram os valentes seguidores de Bolsonaro e Olavo de Carvalho para correr depois destes realizarem muitas provocações e ameaças. O fenômeno se espalhou, sem exagero, por todo o País, colocando os fascistinhas de volta para suas casas.

Bolsonaro é o típico cachorrinho de apartamento. Que late, mostra os dentinhos, mas se der um passo em sua direção ele já sai correndo com olhos arregalados.

Chora não!

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