Educação em perigo!
Governo fascista de Jair Bolsonaro aparelha a educação com militares para controlar a liberdade de expressão e a insurgência contra seu próprio governo antipopular.
Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
Formação-da-Unidade-VII-do-Colégio-Militar-Tiradentes-Ano-Letivo_23.02.18_Foto_Daiane-Mendonça-30
Escola militarizada. Foto: Reprodução |

Colocando em prática seu projeto de destruição do ensino público e de lavagem cerebral com a doutrinação militar, Jair Bolsonaro (PSL) implementa escolas militares em 15 estados além do Distrito Federal.

Na região Sudeste, apenas Minas Gerais declarou interesse. Já no Nordeste, somente o governo do Ceará se interessou. O modelo “cívico-militar” deixa claro a intenção de dirigir a educação em direção ao obscurantismo e à subserviência aos interesses dos golpistas, prevendo, assim, a atuação de equipe de militares da reserva (policiais, bombeiros ou membros das Forças Armadas) na administração escolar. A diferença entre este modelo e o puramente militar consiste apenas no fato de – por enquanto – os militares ainda não determinarem o currículo escolar, embora os alunos tenham que utilizar farda e seguir as regras definidas por militares.

O MEC adiantará R$ 54 milhões no próximo ano para a implementação do golpe contra a educação que será iniciado em 54 colégios, sendo destinado R$ 1 milhão para cada um se adequar às normas e infraestrutura dos milicos. O plano, porém, é atingir 216 unidades das 140 mil escolas do Brasil até 2023. Apesar da adesão do programa ser voluntária, o fascista Bolsonaro já declarou que irá o irá impor mesmo havendo oposição. Os golpistas acossaram as redes de ensino para que aderissem à proposta entre os dias 6 e 27 de setembro. O propósito, inicialmente, é a implantação de ao menos duas escolas em cada estado. Já o ministro da Educação, “o mentecapto” Weintraub, disse apostar na demanda pelo modelo fascista.

O alvo dos golpista é forçar o projeto de fascistização da educação em escolas do segundo ciclo do ensino fundamental (6º ao 9º ano) e ensino médio com ao menos 500 alunos e no máximo 1.000. Ademais, os esforços serão dirigidos em locais mais pobres – locais em que a direita tem maior interesse em conter a rebelião popular.

É preciso denunciar esta ação dos golpistas. Esse modelo, em que militares participarão das atividades educacionais e administrativas, consiste num tremendo engodo e, portanto, só servirá para a direita impor-se por meio do terror, impedindo professores e estudantes de reivindicarem seus direitos. Este golpe, com efeito, permitirá a contenção da crescente onda de descontentamento e rebeldia da população ante as ações antipopulares do governo de Jair Bolsonaro, além de aparelharem as escolas para a doutrinação ideológica, ironicamente fazendo aquilo de que acusavam outros de fazerem.

Compartilhar no facebook
Compartilhe no seu Facebook!
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no telegram
Telegram
Compartilhar no email
Email
Compartilhar no reddit
Reddit
Compartilhar no facebook
Compartilhe
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
Relacionadas