Um conluio pela privatização
Termina a greve nacional dos trabalhadores dos Correios em uma das piores traições sindicais provocando a pior derrota da categoria de toda sua história
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Trabalhadores protestam contra Bolsonaro | Arquivo DCO.

Na noite do dia 22 de setembro, os trabalhadores dos Correios que estavam em greve em todo o país, há 36 dias, assistiram suas direções sindicais orientar o trabalhador aceitar a situação de rebaixamento salarial e privatização imposta pelos patrões através do TST (Tribunal Superior do Trabalho) e retornar ao trabalho imediatamente, perdendo 70% dos direitos e benefícios contidos no acordo coletivo.

Os diretores da Fentect (Federação Nacional dos Trabalhadores dos Correios) que estavam em Brasília, em ato Nacional de greve, logo após a audiência do TST, no dia 21 de setembro, produziram um informe para que os trabalhadores dos Correios continuassem em greve.

No entanto, após os sindicalistas do PCdoB que controlam os sindicatos de SP e RJ, que dividiram o movimento através da refundação de uma federação patronal, a Findect, (Federação Fantasma), acabar com a greve nessas bases sindicais, através de uma assembleia virtual e fraudada, os diretores da Fentect mudaram de ideia, e refizeram a orientação, propondo o retorno ao trabalho.

Os diretores da Fentect mostraram que não possuem personalidade própria, que não conseguem fazer uma verdadeira oposição a federação fantasma e aos sindicalistas traidores dos PCdoB de São Paulo e Rio de Janeiro, chegaram a colocar na orientação aos sindicatos, que a greve por si só é uma vitória, quando os trabalhadores dos Correios vão ter metade de seus ganhos salariais reduzidos, para que o governo Bolsonaro possa entregar os Correios para os grandes capitalistas do mercado postal.

A volta ao trabalho nessas condições de derrota vai promover o aumento de ataques da ECT ao conjunto dos trabalhadores dos Correios, uma vez que até o direito de organização sindical foi retirado do acordo coletivo de trabalho pelo criminoso TST.

É preciso derrotar os sindicalistas traidores do sindicato de São Paulo e Rio de Janeiro, obstáculo na unificação da categoria em âmbito nacional, para organizar a categoria para enfrentar o processo de privatização dos Correios que virá após a derrota do acordo coletivo desse ano.

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